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                                               TERAPIA COGNITIVO - COMPORTAMENTAL

                                                     Terapia Familiar Sistêmica - Sexualidade

                                                   Especialista: DEPRESSÃO & ANSIEDADE

                                              EJACULAÇÃO PRECOCE & DISFUNÇÃO ERÉTIL

 

 

   

 

 

Especialistas

Tenório Gomes Ferreira

CRTBR 01/7245

Terapia Familiar Sistêmica e Sexualidade

Especialista em C N V

Comunicação Não Violenta

Especialista Ejaculação Precoce e Disfunção Erétil

 

 

Marli de Carvalho Ferreira

Psicóloga CRP 04/48245

Especialista Depressão e Ansiedade

Especialista Pré-Natal Psicológico

Pós Graduada em Terapia Cognitivo Comportamental

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Terapia Cognitiva Comportamental  é uma Terapia iniciada na década de 1960. Aaron Beck, por meio de estudos direcionados a pacientes depressivos, postulou um método de fazer psicoterapia que não foi alvo de terapia cognitiva. Beck fez o conjunto de visões terapêuticas com base em uma estratégia estruturada, focada no presente e de curta duração, com o objetivo de contrariar os pensamentos inadequados. MAIS ...

O objetivo da Terapia Familiar Sistêmica é melhorar o relacionamento com o casal e a família, mostrando os valores importantes para o casal. Para isso, o terapeuta busca o conflito que o casal está vivendo e que está contribuindo para uma sustentabilidade desta situação. Através da proposição de tarefas e reflexões auxiliares para encontrar uma forma mais agradável de seguir o caminho escolhido. MAIS ...

A Sexualidade é um termo geralmente abrangente que engloba inúmeros fatores e dificilmente se encaixa em uma única e única condição. O termo “sexualidade” nos remete a um universo onde tudo é relativo, pessoal e muitas vezes paradoxal. Pode-se dizer que é mais íntimo do ser humano e como tal, se manifesta diferentemente em cada indivíduo de acordo com a realidade e como experiências vivenciadas pelo mesmo. MAIS ...

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O Coaching é um processo definido como um mix de recursos que utiliza técnicas, ferramentas e conhecimentos de diversas ciências.  A metodologia visa a conquista de grandes e efetivos resultados em qualquer contexto, seja pessoal, profissional, social, familiar, espiritual ou financeiro.

A Psicologia Clínica JF hoje trabalha com dois segmentos Life Coaching - voltado para atender necessidades pessoais e Coaching de Relacionamentos -  Tem como objetivo, auxiliar o casal (Namorados, Noivos e Casados) a aprender como se comunicar mais assertivamente, ouvir na essência, ser mais flexível, menos julgador, e saber perceber os momentos certos para ser mais incisivo ou mesmo ceder.

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  Marli de Carvalho Ferreira

 CRP 04/48245

Psicóloga graduada pelo Centro Universitário Estácio. Psicóloga Clínica. Pós graduada em Terapia cognitiva comportamental pelo Núcleo de Estudo Interdisciplinar em Saúde Mental – NEISME. Especialista em Depressão e Ansiedade. Especialista em Pré-Natal Psicológico. Pós Graduando em Neuropsicologia pela Faculdade Candido Mendes, Pós Graduando em Avaliação Psicológica pelo IESP, Curso de Aperfeiçoamento em Neuropsicologia pelo Ciclo Ceap.  Curso de Recrutamento, Seleção, Treinamento e Acompanhamento de Pessoal (Aplicação, correção, levantamentos de dados e orientação para elaboração de síntese). Palestrante em Comunicação Conjugal para Encontros de Casais. Comprometida com o estudo da Terapia cognitiva comportamental em todas as suas abrangências para o equilíbrio psicológico do viver bem e pensar bem.

 

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                                                                                                                      Tenório Gomes Ferreira 

                                                                                                                            CRTBR 01/7245

Bacharel em Teologia e Psicologia Pastoral - Faculdade Filadelfia Internacional, MBA em Gestão de Pessoas - Centro Universitário Estácio Juiz de Fora, Curso de Formação e Aconselhamento Cristão - Brownsville - EUA. Curso de Formação em Terapia Cognitivo Comportamental,Terapia Familiar Sistêmica,  Sexualidade, Especialista Ejaculação Precoce e Disfunção Erétil - IBH / RJ, Especialista em CNV Comunicação Não Violenta - Com foco em Relacionamentos Conjugais. Coach em Relacionamentos, Qualidade de Vida e Superação de Conflitos. Coach Pastoral. Teologo Clínico. Palestrante em Sexualidade. Graduando em Life Coach, Executive Coach, Lider Coach e Analista comportamental. Com mais de vinte anos trabalhando com atendimento terapêutico e aconselhamento para casais e famílias. Sua experiência profissional é aperfeiçoada a cada dia, com dedicação e profissionalismo.

 

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psicólogo atuando junto com as especialidades médicas, é mais do que um profissional especializado em analisar o comportamento do ser humano, com o objetivo de ajudá-lo a enfrentar problemas emocionais. Além de cuidar da saúde mental dos indivíduos, seu papel na promoção da saúde inclui identificar os fatores psicológicos que podem levar ao adoecimento, a falta de resultados com a medicação, e indicar as mudanças de comportamento necessárias para a manutenção da saúde.

 

Na prevenção das doenças crônicas, por exemplo, a atuação do psicólogo é essencial para saber como intervir diante dos diferentes estágios motivacionais dos pacientes, ensinando técnicas que contribuem para mudanças de comportamentos e pensamentos automáticos negativos.

Isso sem falar na participação do psicólogo em iniciativas de medicina preventiva diretamente ligadas à sua área de atuação, como o suporte ao idoso, a pacientes pós ou pré cirurgia bariátrica ou a pessoas que sofrem com transtornos alimentares, alcoolismo e tabagismo.

Em nossa clinica seu paciente terá todo atendimento especializado e conforto total. Cada sessão que seu paciente participar será uma nova descoberta e conhecimento, para que ele continue seu tramento, identificando e superando os pontos psicológicos que levaram a necessitar de um acompanhamento diferenciado em nossa clínica.

Prezado Doutor se você ainda não conhece nosso programa solicite uma visita em seu consultório, de um dos nossos representantes e conheça o programa de prevenção das doenças crônicas. Seu paciente vai adorar estar sendo atendido e acompanhado por nós.

 

Psicologia Clínica JF

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Marli de Carvalho Ferreira

Psicóloga - Especialista em Depressão e Ansiedade

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CARDIOLOGIA

É sabido que a aderência ao tratamento é ponto de suma importência na melhoria do quadro apresentado pelo paciente.

Para o paciente é fundamental compreender por completo o que se passa com sua saúde, e quais são os pensamentos automáticos e frequência dos pensamentos automáticos negativos, estão impedidindo o tratamento de ter uma evolução satisfatória.

Muitos pacientes Jovens e porque não lembrar dos idosos, que são afetados ou atingidos por alguma doençem cardiológica, em sua maioria tem algum sintoma de pânico, com medo que a doença volte ou ele tenha inibição de membros do corpo e até da diminuição da Libido. Portanto o acompanhamento de um psicólogo será fundamental para o resultado do tratamento e da medicação, para assim surtir o efeito esperado pelo médico e pelo paciente.

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ENDOCRINOLOGIA

Segundo dados a ABESO. Passa de 50% da população na Região Sudeste, o aumento da OBESIDADE.

Em nossa Clínica o psicólogo irá identificar quais são os estímulos, que não sejam a fome, que fazem com que o paciente coma indevidamente.

As causas podem ser de Ansiedade, Mas também de Depressão, Estresse, Problemas afetivos, entre outros.

Através do atendimento psicológico o paciente encontrará todo suporte e esclarecimento para se reeducar e controlar as emoções.

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GINECOLOGIA

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PSIQUIATRIA

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NEUROLOGIA

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NUTRIÇÃO

A principal função da psicologia junto da especialidade, é contribuir com uma visão global no processo ginecológico da paciente que for encaminhada para uma avaliação ou acompanhamento psicológico. Sua contribuição poderá ser desde da área de saúde reprodutiva até a menopausa, essas intercorrências e sintomas psiquiquicos das pacientes, interferem muito nos resultados esperados. Em nossa clínica estaremos verificando quais são os pensamentos negativos que impedem uma gravidez, um tratamento bem sucedido. Portanto a ginecologia poderá ter esse suporte psicológico em sua especialidade.

Conheça mais sobre Pré - Natal Psicológico LEIA MAIS...

Em especial o psicólogo contribui com conhecimentos e técnicas especializadas capazes de enriquecer e complementar a ação do Psiquiatra. Para efeitos do que será dito em continuação é preciso conceituar a doença mental que é objetivo central dessa parceria.

Os encaminhamentos poderão ocorrer principalmente dentro desses aspectos: Natureza social, psíquica, biológica, tóxica, infecciosa, etc. No exame psicológico feito através de entrevistas - bateria de testes, pelo psicólogo clínico. O psiquiatra recebera todo material lacrado e com toda segurança. Valendo-se da observação na relação com o paciente e utilizando-se de uma bateria de testes o psicólogo dispõe de técnicas únicas capazes de contribuir de forma original para o trabalho clínico, dando um parecer ao profissional psiquiatra todas as vezes que for solicitado.

Quanto mais cedo o paciente for diagnosticado, melhor será o prognóstico de recuperação. Às vezes a pessoa aparenta estar bem, mas por outro lado, já perdeu suas capacidades funcionais, por isso existe a importância de se fazer uma avaliação ou se necessário for, uma reabilitação. 
Segundo a psicóloga Marli de Carvalho Ferreira, a ocasião certa para este tipo de avaliação ser feita será definida pelo médico neurologista. “Somente ele pode indicar se este paciente já passou pelo processo inicial de recuperação ou se pode ser avaliado de modo a traçar estratégias para a reabilitação de suas funções”. Estas funções englobam: memória, atenção, linguagem, raciocínio, percepção visual, funções executivas, humor entre outras mais.

O acompanhamento psicológico, baseado na terapia cognitivo-comportamental, tem-se mostrado um grande e importante aliado no processo de emagrecimento e reeducação alimentar ao trabalhar todos os comportamentos, pensamentos e sentimentos envolvidos no processo de perda de peso e hábitos alimentares mais disfuncionais.

Especificamente no caso de um processo de perda de peso é indispensável a conjugação da NUTRIÇÃO (com base na reeducação alimentar), DESPORTO (com a prática de atividade física) e PSICOLOGIA (na promoção do equilíbrio psicológico). Ainda que muitas vezes descorado, o acompanhamento psicológico vai ajudá-lo a identificar e mudar os pensamentos, sentimentos e comportamentos disfuncionais associados ao seu comportamento alimentar, vai mais eficazmente distinguir a fome real da chamada fome emocional (quando existe uma chamada “confusão de necessidades”, que não é propriamente de alimento, mas de atenção, amor, sucesso, apoio…). O passo seguinte consistirá na definição de objetivos e adoção de estratégias mais adaptativas para que possa de futuro pensar e agir de acordo com o estilo saudável que pretende alcançar.

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CIRURGIÃO BARIÁTRICO

Com o crescimento do número de obesos no país, muitas pessoas têm recorrido à cirurgia bariátrica, conhecida também como gastroplastia.  A cirurgia bariátrica é uma forma utilizada para tratar a obesidade por meio de intervenção cirúrgica que reduz a ingestão de alimentos. O paciente sente maior saciedade com uma quantidade menor de alimentos.

O acompanhamento psicológico tem o intuito de levar o cliente a tomada de consciência das necessidades de mudanças de hábitos, costumes, atividades e comportamentos. Além de verificar por meio de instrumentos psicológicos específicos a tolerância psicológica para mudanças, investigando fatores psicoemocionais referentes a estrutura de personalidade, estado de humor, qualidade do sono, relações sociais de cada pessoa, bem como, levantamento histórico sobre o início da obesidade, padrões familiares, maneiras de lidar com a doença, quantas e quais tentativas buscou para emagrecer, prejuízos causados pela obesidade em sua vida, casos de obesidade na família, autoestima e imagem corporal e expectativas quanto ao procedimento cirúrgico.

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Pré - Natal Psicológico

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Cirurgia Bariátrica

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Acompanhamento psicológico é aliado no tratamento de pacientes bariátricos

O pré-natal  já é multo conhecido de todas as grávidas. Mas, e o pré-natal psicológico, você conhece? Embora as consultas regulares com o obstetra sejam indispensáveis para a saúde física da mãe e do bebê, o lado emocional também merece muita atenção.  Trazer um filho ao mundo produz  inúmeras mudanças ao corpo, à rotina, à casa e à vida pessoal. Nesse turbilhão de novidades, contar com o apoio de um profissional especializado faz toda a diferença para passar com tranquilidade por essa fase.

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Obesidade no Brasil

As questões que envolvem os principais aspectos psicológicos entre os pacientes de cirurgia bariátrica e que alertam os profissionais nas fases pré e pós-operatórias, são de extrema importância.

Como psicóloga quero explicar a importância da avaliação entre os pacientes que pretendem se submeter ao procedimento, já que o objetivo é identificar e tratar alterações psicológicas e ou aspectos emocionais que possam prejudicar o sucesso do tratamento. É nessa etapa que se verifica a percepção do paciente com relação aos seus comportamentos e que resultaram no diagnóstico de obesidade mórbida. “É importante avaliar como ele chegou a esse momento, a sua trajetória, sua história de vida e quais as ferramentas que ele tem para mudar esses comportamentos”. LEIA MAIS...

As cirurgias diferenciam-se pelo mecanismo de funcionamento. Existem três procedimentos básicos em cirurgia bariátrica e metabólica, que podem ser feitos por abordagem aberta, por videolaparoscopia, robótica e mais atualmente (ainda em protocolo de estudo) por procedimento endoscópico, teoricamente menos invasiva, mais confortável ao paciente, mas que ainda não se sabe de fato o alcance de seus resultados em perda de peso e em perfil de paciente. LEIA MAIS...

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica apoia metas para conter a obesidade e propõe selo de alerta ao consumidor.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) avaliou como positiva a medida do Ministério da Saúde, e que prevê deter o crescimento da obesidade entre a população adulta, reduzir em 30% o consumo regular de refrigerantes e sucos artificiais e aumentar, em pelo menos 17,8%, o percentual de adultos que consomem frutas e verduras regularmente. LEIA MAIS...

gallery/depressão o mal do milênio

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. Pessoas que sofrem com distúrbios de depressão apresentam uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem culminar em pensamentos suicidas.

Por isso, o acompanhamento médico e psicológico é imprescindível o tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado. Acompanhado da terapia se forma uma triade entre paciente, médico e psicológo, proporcionando um tratamento mais adequado da doença.

A depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença.

Tristeza x Depressão

Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, onde a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias. Já a depressão se instala e se não for tratada pode piorar e passar por três estágios: leve, moderada e grave. LEIA MAIS...

DEPRESSÃO VOCÊ SABE O QUE É?

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EJACULAÇÃO PRECOCE. SAIBA O QUE PODE SER FEITO

POR VOCÊ!

O primeiro sintoma de Ejaculação Precoce é quando a ejaculação acontece antes do esperado. No entanto, esse problema pode acontecer em qualquer situação sexual. Entre os tratamentos disponíveis, existem a terapia sexual, o uso de alguns medicamentos e psicoterapia. Para alguns casos, a combinação desses tratamentos pode funcionar melhor.

As sessões de terapia contribuirá para que o paciente possa reduzir a ansiedade e a encontrar métodos eficientes de evitar o estresse e contornar problemas. LEIA MAIS...

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DISFUNÇÃO ERÉTIL

PODEMOS TE AJUDAR!

 

A disfunção erétil (impotência sexual) é a dificuldade permanente do homem em obter ou manter uma ereção, podendo sinalizar doenças crônicas.

Muitos homens se assustam quando não conseguem manter uma ereção e, apesar de isso ser normal de vez em quando, esse acontecimento pode ser um sinal de que há algo de errado no corpo ou na mente do paciente. Se ocorre freqüentemente (uma vez a cada 4 relações sexuais), o ideal é buscar ajuda terapêutica ou um médico especialista.

Estima-se que a impotência sexual afeta 12% dos homens abaixo de 60 anos de idade, desmistificando a idéia de que se trata de um problema da idade. No entanto, é um fato que ele é mais freqüente nos homens acima de 40 anos: entre os maiores de 70 anos, o problema ocorre em 30% dos homens. LEIA MAIS...

Contatos:

 

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Endereço:

Psicologia Clínica JF

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Marli de Carvalho Ferreira

Psicóloga Clínica

Especialista em Depressão e Ansiedade

Pré-Natal Psicológico

(32) 98823-0081 watsapp

 

Tenório Ferreira

Terapia Familiar Sistêmica

Sexualidade e Coaching

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                                                                                                                     Terapia Cognitiva Comportamental

 

       É uma linha de psicoterapia proposta e aplicada pelo psicólogo Aaron Beck. Um conjunto de técnicas e planos de saúde com acesso a um padrão de referência. Seu modelo cientificamente fundamentado apresenta-se comprovada através de estudos empíricos. O tempo curto e limitado confere as regras de ordem de decisão em vários países. O processo pode ter três meses que trabalha com uma criação de contratos para lidar com o sofrimento. A primeira coisa que o terapeuta faz é ajudar os pacientes a fazer novas formas de enfrentamento.

A reinterpretação cognitiva-comportamental de Terapia gerou uma experiência negativa. Tem como princípio a proposição de uma tarefa como uma e as funções de um indivíduo, mas também como suas cognições ou interpretações que dizem respeito à situação, como formas de expressão idiossincráticas de informações. A base cognitiva e a cognição proposta por Beck e Terapia cognitiva Uma cognitiva cognitiva cognitiva do homem e da mulher, com um prazo específico para uma conclusão. O foco da TCC é resolver uma dificuldade, um problema ou sintoma.

       Reestruturação cognitiva refere-se à reformulação do sistema de sincronicidade e cronicidade do paciente clínico, com a inclusão de técnicas, utilização do termo físico-esquematizado de esquemas e crenças disfuncionais, ao longo do processo de pesagem, tornado-seído e super generalizados . A terapia cognitiva comportamental é fundamental, com base na definição e, geralmente, com um prazo específico para uma conclusão. O foco da TCC é resolver uma dificuldade, um problema ou sintoma.

 

Marli Carvalho Ferreira

Psicóloga

Terapia Cognitivo Comportamental

Especialista em Depressão e Ansiedade

 

Links:

Conselho Federal de Psicologia

Código de Ética Profissional do Psicólogo

 

gallery/md

O modelo cognitivo pressupõe que pensamentos desadaptativos, isto é, não adaptativos, intervém no humor (emoção) e no comportamento da pessoa. Tal premissa é partilhada em todas as perturbações psicológicas. No momento que o paciente percebe a importância de qualificar sua forma de pensar e age de maneira legítima e adequada, de modo geral, alcança um progresso na sua condição emocional e comportamental. Para se obtenha uma evolução tanto no humor quanto no comportamento, é necessário que se empenhe em um grau mais intenso de sua cognição, indo além, acerca das convicções essenciais a respeito de si próprio, o mundo que vive, e as demais pessoas ao seu entorno.

A terapia cognitivo-comportamental parte do princípio norteado pelo modelo cognitivo, o qual pressupõe que o emocional e o comportamental, bem como o fisiológico, são motivados pela compreensão que cada indivíduo tem dos fatos. Por essa razão pode-se afirmar que, na verdade, não são os fatos em si que definem o que a pessoa está sentindo, mas sim como ela compreende os eventos. Dessa forma, ela apresenta princípios psicoterápicos que tem como objetivo a transformação dos pensamentos desadaptativos que prejudicam no processo das informações afim de que essa modificação venha a afetar as ações no comportamento e na afetividade mais funcional da pessoa . O propósito do modelo cognitivo praticado por Beck é funcional mesmo em situações graves como o câncer. Em reincidência, por exemplo, são trabalhadas distorções cognitivas que terminam por impulsionar conduzindo a não adaptação e maior fragilidade aos distúrbios relacionados.

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Ao longo de seu desenvolvimento, as pessoas criam certas percepções a respeito de si mesmas, e de outras que envolvem seu mundo. Tais crenças centrais ou nucleares são um entendimento prolongado relevante e arraigado que constantemente não são pronunciados nem para elas mesmas, sendo julgados como realidade plena. No momento que elas são operantes, a pessoa compreende os fatos pela via da interpretação de suas crenças nucleares, ainda que a compreensão coerente seja visivelmente ilegítima. Percebe-se que elas são as camadas mais profundas do modelo cognitivo, sendo absolutas, inflexíveis e extremamente difundidas.

A atuação das crenças nucleares apresenta uma espécie de crença intermediária que são as condutas, normas e hipóteses, que normalmente não são planejadas. As crenças intermediárias também interferem na interpretação dos fatos, por conseguinte também influenciam nos seus pensamentos, sentimentos e comportamentos. A forma mais eficaz de ajudar a pessoa a perceber da melhor forma e a ter uma conduta comportamental mais adequada, é propiciar a mudança explícita destas crenças, para que possa compreender as situações e as circunstâncias da vida de modo mais produtivo. O desenvolvimento freqüente da terapia cognitivo-comportamental abrange um realce introdutório no sentido de discernir e alterar os pensamentos automáticos que procedem das crenças nucleares e intermediárias. Através da psicoeducação o terapeuta consegue instruir o paciente a perceber esses pensamentos disfuncionais, a questioná-los, criticá-los e por fim respondê-los de modo adaptativo, resultando em soluções comportamentais e emocionais também mais adequadas.

A intervenção realizada com distorções cognitivas no âmbito da clínica da terapia cognitivo-comportamental está baseada na integração e aperfeiçoamento de retorno alternativo que venha refutar a legitimidade da interpretação disfuncional desfavorável procedentes de pensamentos automáticos, ou seja, num grau bem raso do processo cognitivo, os pensamentos desadaptativos são a via principal para as crenças intermediárias e nucleares na visão terapêutica, e, sem, no entanto atingir a relação terapeuta e paciente. 

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No que diz respeito aos aspectos emocionais, ainda dentro desta perspectiva cognitivo-comportamental, eles podem ser compreendidos como fenômenos multidimensionais que envolvem fatores biológicos e cognitivos de breve duração, essencial ao enfretamento de desafios cotidianos, na adaptação e sobrevivência humana e relação com o ambiente que o cerca. As emoções ocorrem como uma reação a eventos e situações importantes funcionando em conjunto com processos cognitivos e envolve a tomada de decisões, ação comportamental, assim como o direcionamento do comportamento a uma meta, leitura e adaptação. Elas estão sempre em constante mudança, pois o ambiente e as situações alteram-se frequentemente. Assim, a leitura emocional pode ser eficaz quando o indivíduo consegue se envolver com os desafios diários e estabelecer recursos internos de forma a resolvê-los adaptativamente com emoções positivas ou pode ser desadaptativa, quando há a prevalência de emoções negativas, indicando fragilidade, relacionadas a diversos fatores de um determinado momento da vida, como por exemplo, o diagnóstico de câncer.       

gallery/referências

 Referências

ALFORD, Brad A. BECK, O Poder Integrador da Terapia Cognitiva

BECK, Judith S. Terapia Cognitiva Teoria e Pratica

COUTINHO, Cleunice do Carmo. Psicologia da Motivação e Emoção

gallery/tm

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gallery/abordagens

Problemas Cognitivos

 

As doenças cognitivas são relacionadas com a neurotoxicidade que ocorrem na Doença de Alzheimer.

O que é, primeiro lugar, possível, independente e permanente de segurança. Sem contato, pode ser uma tentativa de fazer o mesmo quando não estiver em exercício como uma tarefa com a mesma destreza ou qualidade.Sem dúvida, é preciso muita paciência para acompanhar o paciente quando é difícil. Na imprensa, com o intuito de dar um bom trabalho, os cuidados podem ser feitos como uma necessidade para os pacientes sem que eles tenham uma oportunidade de tentar.

Fazer parte da boa vontade do paciente que executar tarefas como o que puder. Por isso, uma ajuda deve ser gradual. Uma dica interessante é criar um e um aumento de oferta:

· Observe como o colega funciona como tarefa. Se ele seguro, permita que ele faça sozinho.

. Auxílio apenas nas etapas do trabalho, não é tão fácil de fazer, por exemplo, é parte da receita culinária, com o auxílio para acompanhar uma receita ou mexer no fogo.

· Faça uma maior parte, mas permita que o paciente participe de uma maneira de fazer o resultado, nem que faça escolhas.

· Fazer o que é e não consiga, para garantir sua segurança, saúde e qualidade de cuidado.

Assim, é importante fazer o paciente e não ser paciente, respeitar e preservar a capacidade de realizar atividades de vida diária. Supervisione, auxilie e font by ele não existe uma capacidade para execução de tarefas.Isso ajuda a manter uma auto-estima e uma boa fonte de utilização de recursos disponíveis.

Perda de atenção / concentração

Um sintoma bastante comum é um trabalho das pessoas com Doença de Alzheimer como atentas. A chance de perder é meta, ou seja, interromper as boas e as ações sem saber como dar continuidade ao poder de causar erros ou dificultar sua compreensão. ou falas acontecem ao mesmo tempo.

Dicas:

Fale pausadamente, com um assunto por vez.

· Mantenha contato visual e possivel, tátil, ou está falando com uma pessoa com Doença de Alzheimer.

· Fazer pausas entre um tema e outro, para evitar confusão de informações.

Desorientação sem tempo

É possível que o doente de Alzheimer fique desorientado sem tempo. O que é que não pode ser um tempo estimado, um saber ou um horário. Dificuldade: dificuldade, importância para o desenvolvimento e, em especial, na fase inicial da doença, é o que faz como medidas compensatórias, uma troca com o uso de instrumentos que compensam as dificuldades.No início da doença, quando uma capacidade de aprendizagem Ainda que se encontre razoavelmente preservada, é possível introduzir os treinos que facilitam uma busca por informações temporais.

Dicas:

· Fazer uso de agendas, alertas e calendários que auxiliam na organização. É importante o sistema de instrumentos de saúde com o acompanhamento.

· Relógio convencional digital com grandes, preferencialmente, com dados, que é consultado por uma pessoa que lhe pede o horário ou dados.

· Monitore atividades agendadas para garantir cumprimento de compromissos. Não espere o conteúdo do paciente sozinho, mesmo que tenha sido anotado em agendas ou calendários.

Desorientação espacial

Uma desorientação espacial no mercado, ou seja, passa uma tarefa com os percursos ou para saber a velocidade correta. Como ocorrências iniciais, conhecimentos, conhecimentos, evolução evolutiva, programação de dificuldade para o doente orientar-se dentro da própria casa.

Dicas:

· Não foi possível com uma desorientação espacial da saia da casa sozinho. Ele pode se perder e ter muita dificuldade para retornar, expondo-se a uma situação de muito risco.

· Garanta o paciente que você adquira formas de contato, para o caso de perder.

· Impeça a condução de veículos sem acompanhamento.

· Obter fotos recentes do paciente, para um caso de incapacidade procurá-lo com ajuda de desconhecidos.

Dificuldades de linguagem e comunicação

Com o avanço da Doença de Alzheimer, uma comunicação do paciente pode tornar-se mais difícil. Pode haver dificuldade de afirmação do que é direto e expresso. É comum ser complicado evocar palavras e trocar palavras. Como as curas podem fazer com que os cuidadores desistam ou não sejam pacientemente necessários para manter uma comunicação eficaz com o paciente.Entretanto, é essencial uma comunicação para estimular a paciente e suas funções preservadas.

Dicas:

Tenha certeza que a atenção do paciente não está sendo prejudicada por outros fatores.

· Fale clara e pausadamente, frente a frente, e nos olhos do paciente.

· Falas curtas e diretas facilitam a compreensão.

· Agarrar o contato grave afetuoso

· Preste atenção à linguagem corporal - pessoas que perdem uma comunicação verbal, comunicam-se muito com os gestos e feições.

· Formular perguntas de fácil compreensão, que responda com SIM ou NÃO, para que chegue a fazer escolhas. Estimule-o um respondedor com uma cabeça ou como mãos.

Perda de memória recente

Adicionar memória de memória, com o paciente comum com Doença de Alzheimer, uma função de memória não ativa ou ligada à tomada de objetos.

Dicas:

Não existe uma dificuldade para o efeito de acabar de acontecer, pois não é adiantado para o que se refere. Não é necessário criar um registro de uma nova informação, é necessário, não adianta insistir, nem gerar frustração.

Se o paciente está tão mexendo em suas coisas, por isso que está se sentindo bem, mantenha-se calmo, pois ele pode ficar muito desconfiado, especialmente se a postura for conflictuosa.

· Descobrir os que são os preferidos do paciente, geralmente são usados ​​repetidamente.

· Mantenha as chaves de objetos importantes como, por exemplo, como chaves.

· Verificar os resíduos de lixo, antes de descartar-los.

Dificuldade de planejamento

Devido à dificuldade de planejamento, uma sequência de tarefas pode ser perdida, dificultando a sua execução e organização do espaço.

Dicas:

· Auxilie o paciente dividindo tarefas em etapas. Se necessário, monitore-o verbalmente.

· Fazer listas de desejos, descrevendo como etapas e sendo cumpridas.

· Selecione como atividades, por exemplo, em caso de dificuldade de auxílio e garanta o máximo de autonomia, não é um paciente para o poder de fazer sozinho.

Fonte: Associação Brasileira de Alzheimer

 

                                         Sistemas Cognitivos

 

        Uma capacidade de conhecimento e uma capacidade de conhecimento e um processo de conhecimento por meio de processos de interpretação. O termo é oriundo do latim Cognição, significado é adquirido pelo meio da percepção. Os Sistemas cognitivos fazem parte da cognição, são um conjunto de técnicas e percepções, pré-programação por organizações, capacidade de comunicação com o ambiente externo e valores. Os sistemas são uma resposta para a interação com o homem e mulheres, sem o princípio de cada indivíduo com a sua identidade.Por meio de uma análise de ações e de análise, a Gerdau pela percepção e raciocínio lógico do cérebro.Uma ciência que estuda os sistemas cognitivos é denominada Cognitivas, and analisam todos os processos que envolvem o processo de imaginação, pensamento e ação. humana;

        Os Sistemas Cognitivos são compostos por partes variadas, como o Pensamento, onde se concentram idéias e capacidade de reflexão sobre conceitos, conhecimento e percepções. São, também, denominados como propriedades cognitivas, relacionadas e explicitadas abaixo, totalizando seis características: uma Atenção, o Juízo, o Raciocínio, o Discurso, uma Memória e Imaginação.

Atenção - Capacidade de se concentrar em uma nação. É formada de forma involuntária para as externas, de forma involuntária e também voluntária, quando pré-determinada. 
Juízo - Responsável pelo conscientização, ou seja, pelo que uma pessoa julga ser sua verdade. 
Raciocínio - Combinação do ind. Correcto com uma capacidade de se chegar a uma conclusão coerente. 
Discurso - Capacidade de comunicar e usar o pensamento lógico, usar uma voz e demais recursos de comunicação. 
Memória imaginária - Desenvolvimento mental, - Como imagens, expressões e conhecimentos, até mesmo situações e vivências passadas, capturadas para uma vida que são gravadas no cérebro. 
Composto de memórias e percepções gravadas (chamadas de imagens reprodutivas) e de imagens (chamadas de imaginação criativas). A Imaginação Criativa é Classificada como Fantasia, conhecida como incontrolável e em geral, editada por manifestações artísticas como uma Imaginação Construtiva, controlada por objetos e bastante estudada pela Filosofia.

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Terapia Familiar Sistêmica

 

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    Você sabe o significado da palavra “crise”?  Os conflitos se acumulam  e começam a afetar o amor, enfraquecendo o elo entre o casal e tornando-os a cada dia mais vulneráveis a novos conflitos. Se os casais não buscarem uma solução desde o momento em que esses problemas começam a surgir ou antes que se tornem cada vez maiores, o resultado será uma relação infeliz ou uma dolorosa separação.

     A palavra grega krisis reporta à ação de “separar”, “distinguir” e “decidir”, portanto, estar em crise é ser chamado a fazer escolhas, que vão gerar mudanças e transformações.

As críticas, cada vez mais frequentes e carregadas de emoção entre os cônjuges, são o principal alerta para a chegada de uma crise. A palavra “crítica” vem do latim critica, “apreciação”, “julgamento”. Criticar é praticar a arte de avaliar e julgar. As críticas, suas e do seu parceiro, mesmo que inicialmente possam ser levadas em tom de brincadeira, já denotam que algo os está deixando desconfortáveis e a tendência desses pequenos desconfortos,  com o tempo, é de se acumularem, causando crises que, mais tarde, poderão tornar a relação infeliz ou causar uma difícil separação… A procura de uma terapia poderá ajudar muito nesse momento.

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Portanto, ainda que você pense que possa não funcionar, ou que, mesmo após essa tentativa, a decisão de ambos seja por uma separação (caso esta seja necessária para manter a saúde emocional de ambos), ao menos tente. Das 2 opções que você tem, a única que pode trazer alguma probablidade de melhoria é tentar. E se não funcionar (o que tem sido muito raro), pelo menos você poderá ter a tranquilidade de saber que tentou e fez a sua parte.  Milhares de casais que já passaram pela mesma situação fizeram esse esforço,  conseguiram salvar suas relações e se poupar das inevitáveis perdas do fim de uma relação. Apenas por estar tentando, o amor  estará, sim, ao seu lado, quer você acredite nisso ou não. Pois ao tentar, você diz sim ao Amor e a energia desse profundo sentimento passa, naturalmente, a te fortalecer e a te auxiliar nessa luta.

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Se o que os uniu foi amor, a sua “brasa” ele sempre estará lá, resistindo, mesmo que pareça estar “coberta e sufocada” pelas cinzas de tantos conflitos. Cabe a vocês a decisão de começar a “assoprar essas cinzas” para que ele possa ressurgir, forte e brilhante outra vez… como já foi no passado, você se lembra?

Portanto, os próximos anos das suas vidas está em suas mãos, o que você vai fazer com eles? Ler esse site ao buscar conhecimento e ajuda já é o primeiro passo dado. Parabéns pela atitude de coragem, siga em frente pois você está no caminho certo.

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Como a Terapia Cognitivo Comportamental, pode contribuir com a Terapia de Casais.

Por: Tenório Ferreira

Terapia Familiar Sistêmica

Num passado não tão distante, quando as pessoas se casavam, aprendiam com os mais velhos e ainda costumavam acreditar que o casamento seria para a vida toda. Muitas vezes, os pais e avós, já bem velhinhos, ainda formavam um casal que causava inveja em muita gente. Por mais que os problemas surgissem ou ocorressem brigas e discussões, a impressão que passava era a de que o amor seria para sempre. Porém, hoje os relacionamentos (de papel passado ou não) começam e terminam numa dinâmica diferente. E como sabemos, nem sempre termina bem, esse processo pode ser doloroso para ambas as partes.

Mas o que são os relacionamentos?

Foi passado pela sociedade  uma noção muitas vezes idealizada e irreal a respeito do que é um casal. Seja por observarmos nossa própria família ou por aprendermos observando outras referências, formamos crenças acerca de um relacionamento ideal. Desde jovens, costumamos ter em mente quais as qualidades que nossos parceiros devem ter. Essas crenças, muitas vezes distorcidas, nos distanciam do relacionamento real que temos em casa. Passamos a pensar em termos do que gostaríamos que o outro fosse, ao invés de nos atentarmos, aceitarmos e lidarmos com quem ele é realmente e, uma vez que passamos a pensar nesses termos, problemas conjugais podem surgir.

Todo mundo tem seu sistema de crenças e valores individual, incluindo as experiências passadas e os projetos de vida. Porém, num casal, não há a possibilidade de se considerar apenas uma das partes. As crenças e valores de ambos os cônjuges se somam, criando um terceiro sistema diferente dos outros dois. Lidar com essa diferença exige um pouco de sacrifício de ambas as partes, que com carinho, intimidade, respeito e muito diálogo passam a valer a pena.

A partir das crenças sobre como seria o relacionamento ideal, as pessoas se utilizam de estratégias para encontrarem o parceiro certo. Uma delas é prestar mais atenção a detalhes que agradam, deixando de lado os que não agradam. Assim, é comum que o companheiro sempre tenha tido certas características que, no começo do namoro, a pessoa não percebeu e que com o passar dos anos passou a ser irritante. Ao invés de olhar o todo e aprender a aceitar o companheiro, a pessoa continuou com a imagem idealizada dele, frustrada por não ter se relacionado com quem ela queria que ele fosse.

Os problemas mais comuns

Muitas vezes, quando um casal procura por terapia, os cônjuges reconhecem uma dificuldade de relacionamento, mas ainda não têm em mente se a melhor solução é manter a relação ou optar pela separação – durante ou após o processo terapêutico algumas dessas perguntas começam a tomar forma ou a ser respondidas. Os problemas que os levam a esse ponto geralmente são relacionados às seguintes causas: falhas de comunicação, inaptidão para resolver problemas em conjunto, expectativas irrealistas e crenças e pensamentos distorcidos e irracionais a acerca do relacionamento e/ou do outro.

Os problemas relacionados à comunicação podem ser gerados por pequenos comportamentos que passam a ocorrer com o passar do tempo, como não manter contato visual e não demonstrar atenção ao discurso do parceiro. Esses comportamentos dão a entender ao outro falta de interesse, o que magoa. A dificuldade de expressão de sentimentos e pensamentos por receio de ser ridicularizado ou retaliado também é uma das principais causas de ruídos na comunicação de casais. Para um casal ser harmônico, ambas as partes devem se sentir à vontade para serem assertivas entre si, ou seja, falar honestamente sobre seus sentimentos e pensamentos sem passar por cima do outro.

Os problemas relacionados à resolução de problemas muitas vezes não estão ligados aos problemas em si, mas na dificuldade que o casal tem para gerenciá-los e enfrentá-los. A ineficácia em resolver pequenas questões diárias podem gerar um acúmulo de problemas e desgastar a relação. Esse tipo de situação é comum, por exemplo, em casais em que um dos cônjuges é muito exigente e o outro mais retraído, em que um dos dois está mais voltado para o trabalho e o outro para o relacionamento ou quando um é mais emotivo e o outro mais racional.

Por fim, a forma como cada uma das partes interpreta o relacionamento e as qualidades e defeitos do parceiro podem influenciar bastante em uma crise de casal. Por conta de nossas idealizações do que seria uma relação perfeita, muitas vezes não reconhecemos as qualidades e defeitos de nossos parceiros, o que gera um grande problema. Muitos cônjuges frustrados, após algum período na terapia, compreendem que seus pensamentos negativos relativos ao companheiro eram, na realidade, gerados por crenças e pensamentos radicais sobre quem o outro é e o que ele quer.

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com Casais

Pode-se reparar que casais em crise geralmente apresentam uma mistura desses problemas. Quando chegam ao ponto de procurar a terapia é porque a comunicação em casa já não está funcionando, já não conseguem trabalhar em equipe e já não estão com bons pensamentos uns dos outros. A terapia de casais visa justamente identificar tais problemas e, por meio de técnicas tradicionais da TCC, ajudar a resolvê-los.

A primeira fase da terapia é chamada de avaliação. Nessa fase, o terapeuta irá investigar como está o funcionamento do casal e quais as crenças e expectativas de ambas as partes sobre si mesmas, o outro e o futuro. Para isso, ele poderá agendar sessões com o casal e com cada cônjuge separadamente. O uso de inventários para mapear questões que não sejam relatadas em sessão também é bastante comum.

Passada esta etapa, o terapeuta geralmente dá um retorno ao casal em relação ao que foi detectado nas primeiras sessões. É nessa fase que ele explicará como será a terapia e quais os principais pontos que serão abordados. Assim, como em sessões individuais de TCC, a proposta é que os encontros sejam estruturados e que técnicas sejam ensinadas para que o casal aprenda a resolver seus problemas – sejam eles de qualquer natureza – sozinhos. Também é bastante comum que tarefas de casa sejam prescritas para manter o casal ativo em terapia mesmo quando longe do consultório.

É bastante comum que, decorrente do desgaste do relacionamento ou não, uma das partes esteja mais sensível que a outra. O fato de a pessoa fazer terapia de casais não exclui a possibilidade de que ela faça terapia individual com outro profissional. Às vezes, elas nem chegam a ir com os companheiros para a terapia. Geralmente o casal me procura, por estar passando dificuldades de relacionamento, e o Aconselhamento Cognitivo Comportamental, e até uma terapia individual, poderá contribuir para uma evolução satisfatória nesse relacionamento. Em muitos casos, as vezes ao se sentirem bem consigo mesmas, essas pessoas aprendem a resolver problemas conjugais que antes não conseguiam, restaurando relações anteriormente complicadas. Por isso, deixo a seguinte citação:

"Nada é impossível quando se quer mudar e conhecer o novo da vida"

Referências:

Lopes, J.M. et al. “O desafio da escolha e a arte de conviver: algumas considerações sobre a Terapia Cognitivo-Comportamental com casais” in Piccoloto, N.M., Wainer, R. e Piccoloto, L.B., Tópicos Especiais em Terapia Cognitivo-Comportamental”, São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007.a

Moraes, C.G. e Rodrigues, A.S., “Terapia de Casais” in Rangé, B.P. (org.), “Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais: um diálogo com a psiquiatria”, Porto Alegre: Artmed, 2001.

Sexualidade

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    Sexualidade é um termo amplamente abrangente que engloba inúmeros fatores e dificilmente se encaixa em uma definição única e absoluta. O termo “sexualidade” nos remete a um universo onde tudo é relativo, pessoal e muitas vezes paradoxal. Pode-se dizer que é traço mais íntimo do ser humano e como tal, se manifesta diferentemente em cada indivíduo de acordo com a realidade e as experiências vivenciadas pelo mesmo.Existem diferentes abordagens do tema que variam de acordo com concepções e crenças convenientes a cada um. Em alguns lugares pode-se encontrar visões preconceituosas sobre o assunto. Em outros, é discutido de forma livre e com grande aceitação de diferentes olhares ao redor do termo.

    Seja qual for a sua visão íntima sobre o assunto, é interessante que se possa manter uma relação de compreensão e aceitação de sua própria sexualidade. O esclarecimento de dúvidas e a capacidade de se sentir a vontade com seus desejos e sensações, colabora imensamente ao amadurecimento desta, o que gera sensação de conforto e evita conflitos internos provenientes de dúvidas e medos, gerando uma experiência positiva e saudável.

Palestras para Encontros de Casais, Empresas, Workshops e Seminários 

 

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Clicando na palavra "SEXUALIDADE" você poderá obter informações importantes sobre assuntos dentro do tema. Uma abordagem simples e objetiva, que irá trazer alguns esclarecimentos importantes. Você com essas leituras estará também fazendo uma auto-avaliação e verificando assim se você precisa procurar um terapeuta para ajudá-lo(a) a vencer alguns transtornos pessoais e relacionais, que muitas vezes impedem você de caminhar com mais segurança e qualidade de vida.

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Alguns locais onde já realizamos palestras

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Há mais de vinte anos atendendo pessoas com doenças psicossomáticas. Hoje temos uma Clínica de Psicologia em Juiz de Fora - MG. A Psicológa Marli de Carvalho Ferreira é Especialista em Depressão & Ansiedade, Pré-Natal Psicológico, e atua também como Palestrante nas especialidades acima e ainda em Auto-Sabotagem. 

 

O Terapeuta Tenório Ferreira também atende na Clínica de Psicologia em JF - MG. Especialista em Terapia Familiar Sistêmica, Sexualidade, Ejaculação Precoce e Disfunção Erétil. Com formação também em CNV - Comunicação Não Violenta. Utilizando os recursos da CNV em palestras de Sexualidade para casais.

 

O foco principal do casal é poder contribuir para a Psicologia e Terapia com uma abordagem focada na TERAPIA COGNITIVO - COMPORTAMENTAL.  Portanto em seus atendimentos, conseguem obter resultados extraordinários.

Agende uma Consulta ou Palestra através dos telefones:

Marli C. Ferreira (32) 98823-0081 watsapp

Tenório Ferreira (32) 98819-9098  watsapp

Resumo da Nossa História

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Pré - Natal Psicológico

 

 

 

 

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O pré-natal  já é multo conhecido de todas as grávidas. Mas, e o pré-natal psicológico, você conhece? Embora as consultas regulares com o obstetra sejam indispensáveis para a saúde física da mãe e do bebê, o lado emocional também merece muita atenção.  Trazer um filho ao mundo produz  inúmeras mudanças ao corpo, à rotina, à casa e à vida pessoal. Nesse turbilhão de novidades, contar com o apoio de um profissional especializado faz toda a diferença para passar com tranquilidade por essa fase.

“Não acreditamos que a maternidade seja só cor de rosa e nem só sombria. Ela transita entre os dois lados. Os tons mais suaves e mais calmos e remetem à alegria e ao amor, enquanto os lados mais escuros são as dores, as dificuldades, as angústias. Às vezes, estamos de um lado, às vezes, de outro, ou no meio deles”, explica a psicóloga Marli C. Ferreira. “É importante desmistificar a maternidade ideal e os seus padrões para preparar a mulher para a chegada do bebê”.

 

ALGUMAS DUVIDAS:

 

Qual a importância do pré-natal psicológico?
A chegada de um filho mexe com a mulher de diversas formas. A mudança física é a mais aparente. Mas o novo bebê também muda o ambiente, o casal, a vida social. A mulher que era filha e profissional passa a ser mãe. A maternidade interfere em todos os outros papeis que a mulher desempenha. Quanto mais preparada ela estiver, melhor vai conseguir lidar com as mudanças. O intuito do pré-natal psicológico é prevenir adoecimentos. Pesquisas mostram que mulheres que participam desse acompanhamento pré-natal tem menores índices de depressão pós-parto.

 

Como acontece o pré-natal psicológico?
Pode acontecer individualmente, em formato parecido com uma terapia. Em alguns momentos, o pai é convidado para participar também, assim como outras pessoas que compõem a rede de apoio, como os avós. Também pode ser feito em grupos, com diversas gestantes ao mesmo tempo, compartilhando momentos e experiências da gestação.  Mas em nosso consultório o atendimento é somente individual, com isso a gestante terá muito mais atenção em sua jornada pré-natal. A consulta individual dura aproximadamente 50 minutos, o tempo de uma terapia comum.

Geralmente sem um acompanhamento pré-natal psicológico, a mulher fica só no mundo da fantasia, nem tudo sai do jeito que se imagina. Quando podemos falar sobre isso, é possível se prevenir. Não queremos desconstruir os sonhos das mulheres, mas dar base para que eles aconteçam. 

 

Quais são as questões mais frequentes que as gestantes trazem?
Elas se perguntam como vai ser essa mudança, se serão capazes de ser mães, se vão dar conta do que vem pela frente. Também têm muita dúvida relacionada ao parto. É comum chegarem com desejo de parto natural e sentirem medo não conseguir parir e de não conseguir amamentar.

E quando a mulher sabe que está esperando um bebê especial?

Tudo o que foge do que seria considerado normal mexe diretamente com a gestante e a família, então ela merece um acolhimento diferenciado. Os casos de luto também, quando as mulheres já tiveram histórico de óbito fetal.

 

O pré-natal psicológico tem se popularizado nos últimos tempos?
Ele cresceu muito nos últimos anos. Hoje em dia, está se falando mais sobre isso, mas ainda é pouco em comparação à necessidade. As pessoas estão mais sensíveis para esse cuidado. Mas algumas mulheres ainda pensam que a depressão pós-parto pode acontecer com a vizinha e não com ela.

 

Marli de Carvalho Ferreira

Psicóloga

CRP 04/48245

contato@psicologiaclinicajf.com

 

 

 

Cirurgia Bariátrica

 

 

gallery/cirurgia bariatrica

Cirurgia Bariátrica e Metabólica

Tipos de Cirurgia

As cirurgias diferenciam-se pelo mecanismo de funcionamento. Existem três procedimentos básicos em cirurgia bariátrica e metabólica, que podem ser feitos por abordagem aberta, por videolaparoscopia, robótica e mais atualmente (ainda em protocolo de estudo) por procedimento endoscópico, teoricamente menos invasiva, mais confortável ao paciente, mas que ainda não se sabe de fato o alcance de seus resultados em perda de peso e em perfil de paciente.

Os procedimentos são didaticamente divididos e classificados em:

 

Restritivos: são procedimentos que diminuem a quantidade de alimentos que o estômago é capaz de receber, restringem a quantidade e induzem a sensação de saciedade precoce. Existem cirurgias que são procedimentos puramente restritivos, que não alteram a fome do paciente e os procedimentos que são restritivos e metabólicos, pois além de induzir à saciedade precoce reduzem também o grau de fome.

 

Disabsortivas: são cirurgias que teoricamente alteram pouco o tamanho e a capacidade do estomago em receber alimentos. Alteram drasticamente a absorção dos alimentos a nível de intestino delgado, conhecidas como cirurgias de by-pass intestinal ou cirurgias de desvio intestinal.

Na verdade, são cirurgias que por causarem um grande desvio intestinal, por reduzirem o tempo do alimento no transito pelo intestino delgado reduzem a capacidade de absorção do mesmo, com isso, por diminuição de absorção acabam induzindo ao emagrecimento.

As cirurgias disabsortivas podem ser também puramente intestinais, ou seja, não alteram o tamanho do estomago (hoje em dia em desuso) ou também pode acrescentar uma parte metabólica, ao se realizar também uma parte gástrica ao procedimento intestinal, deixando de ser puramente disabsortiva. São cirurgias em que o paciente deve estar ciente da necessidade e da importância do controle dos micronutrientes (vitaminas).

 

Técnicas mistas: são consideradas as cirurgias de ouro, são cirurgias que apresentam elevados índices de satisfação, excelente controle das doenças associadas, excelente manutenção do peso perdido a longo prazo. São as cirurgias mais realizadas no Brasil e no mundo. Essa técnica causa uma restrição na capacidade de receber o alimento pelo estômago que se encontra pequeno e possui um desvio curto do intestino com discreta má absorção de alimentos. E conhecida como cirurgia de yy-pass gástrico ou cirurgia de fobi-capella.

 

Por que fazer a cirurgia

O maior benefício da cirurgia bariátrica e metabólica, além da perda de peso é a remissão das doenças associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão (entre outras), diminuição do risco de mortalidade, aumento da longevidade e melhoria na qualidade de vida.

Com o desenvolvimento das novas tecnologias, da videolaparoscopia e da associação de novas drogas anestésicas os riscos hoje de uma cirurgia bariátrica são menores que uma cesariana, menores que um parto normal e menores que uma histerectomia comparativamente falando.

Entretanto, apesar de baixos, riscos existem em qualquer procedimento cirúrgico e por essa razão, deve ser feita em hospital com estrutura adequada e por médicos habilitados e com experiência comprovada.

Por isso orientamos aos pacientes que se informem antes sobre a experiência do profissional escolhido.

Ser membro titular da SBCBM é a garantia de que seu médico irá realizar procedimentos regulamentados pelo CFM e de que o mesmo possui experiência técnica comprovada por uma sociedade científica.

Acompanhamento psicológico é aliado no tratamento

de pacientes bariátricos

 

 

 

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As questões que envolvem os principais aspectos psicológicos entre os pacientes de cirurgia bariátrica e que alertam os profissionais nas fases pré e pós-operatórias, são de extrema importância.

Como psicóloga quero explicar a importância da avaliação entre os pacientes que pretendem se submeter ao procedimento, já que o objetivo é identificar e tratar alterações psicológicas e ou aspectos emocionais que possam prejudicar o sucesso do tratamento. É nessa etapa que se verifica a percepção do paciente com relação aos seus comportamentos e que resultaram no diagnóstico de obesidade mórbida. “É importante avaliar como ele chegou a esse momento, a sua trajetória, sua história de vida e quais as ferramentas que ele tem para mudar esses comportamentos”.

Durante as consultas, além das orientações e informações sobre a cirurgia bariátrica – técnica cirúrgica, riscos e complicações, benefícios esperados, mudanças provocadas, consequências físicas, emocionais e sociais –, são trabalhadas as questões emocionais envolvidas no processo de mudança de hábitos e as formas mais saudáveis para lidar com a obesidade.

Sinais de alerta

Alguns “sinais” importantes e que não podem ser ignorados nessa fase para dar prosseguimento ao tratamento de forma segura: história de vida e, inclusive, de obesidade; tratamentos que o paciente já tentou, motivos que não permitiram sucesso nas tentativas anteriores, comportamentos de indisciplina ligados a transtornos psicopatológicos, como transtorno bipolar, depressão bipolar, transtorno de ansiedade ou alimentares, entre outros.

Conforme comentário de alguns cirurgião bariátrico, uma das preocupações da classe médica diz respeito à real expectativa de cada paciente, já que há casos em que a pessoa transfere para o procedimento médico a tentativa de solução de inúmeros outros problemas. “A cirurgia, quando feita com responsabilidade, é efetiva para reduzir a obesidade e as comorbidades. Mas há pacientes que acham que a operação vai resolver ainda problemas no casamento ou até mesmo na conta bancária”, destacando o papel da equipe multidisciplinar na preparação adequada desse tipo de paciente.

Lembro ainda que pacientes que se submetem a uma cirurgia bariátrica, em geral, sofrem com baixa autoestima, exclusão social e são vítimas de outros tipos de sofrimentos acumulados ao longo da vida. “É necessário trabalhar com o paciente para que ele não se frustre consigo mesmo. Não dá para colocar todas as expectativas da vida na cirurgia e isso deve ser trabalhado no pré-operatório”.

Em muitos casos, a comida e a própria obesidade são fatores de “proteção” do próprio paciente e aponto dois perfis diferentes que recorrem à cirurgia bariátrica: aquele que chega com “desconforto emocional” por ser obeso, mas que ainda não identificou suas falhas e que, quando bem orientado, costuma ter resposta satisfatória no pós-operatório.

Já o outro perfil é o do paciente que traz a obesidade como sintoma de um quadro emocional. “Nesse caso, é necessário auxiliá-lo a identificar essas dificuldades e orientá-lo sobre a necessidade de um tratamento paralelo”. Portanto, quando o paciente entende e aceita isso, os resultados também costumam ser muito positivos.

Questões como depressão e a transferência do “objeto de compulsão” da comida para outros focos, como compras ou mesmo o álcool e as drogas também são fatores importantes. “O paciente bariátrico precisa ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar durante toda a vida”. Isso é primordial.

A Psicologia Clínica JF tem o objetivo de informar a população sobre esse tema relacionado à cirurgia bariátrica e metabólica. pois o indice de pessoas obesas e pacientes indicados para uma avaliação psicológica, e cirurgia bariátrica tem aumentado significativamente. Somente para se ter uma ideia; Segundo dados da ABESO. Passa de 50% da população na Região Sudeste, o aumento da OBESIDADE.

 

Com o crescimento do número de obesos no país, muitas pessoas têm recorrido à cirurgia bariátrica, conhecida também como gastroplastia.  A cirurgia bariátrica é uma forma utilizada para tratar a obesidade por meio de intervenção cirúrgica que reduz a ingestão de alimentos. O paciente sente maior saciedade com uma quantidade menor de alimentos.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, foram realizados cerca de 100 mil procedimentos no ano passado. Em 2015, foram aproximadamente 93,5 mil cirurgias.

Vale lembrar a importância do aspecto psicológico nesse processo. Apesar de ser uma intervenção física, a gastroplastia precisa de um acompanhamento multidisciplinar antes e depois da cirurgia

A obesidade deve ser entendida como uma doença epidêmica, crônica, dispendiosa, multifatorial e com morbidades e mortalidade elevadas, conforme a OMS. A participação da psicologia é essencial, pois o paciente precisa ter consciência de vários aspectos da bariátrica, dos riscos, das mudanças corpóreas  e psicológicas. A obesidade pode estar relacionada a questões psicológicas, tais como: ansiedade, depressão e outros fatores que levam a pessoa a compulsão alimentar.

As pessoas que buscam essa forma de tratamento para obesidade precisam de um acompanhamento em equipe interdisciplinar, como, nutricionista, endocrinologista, cardiologista, psicologia e outras especialidades necessárias a cada caso, vale ressaltar que todos devem ser conhecedores das especificidades próprias da obesidade.

O acompanhamento psicológico tem o intuito de levar o cliente a tomada de consciência das necessidades de mudanças de hábitos, costumes, atividades e comportamentos. Além de verificar por meio de instrumentos psicológicos específicos a tolerância psicológica para mudanças, investigando fatores psicoemocionais referentes a estrutura de personalidade, estado de humor, qualidade do sono, relações sociais de cada pessoa, bem como, levantamento histórico sobre o início da obesidade, padrões familiares, maneiras de lidar com a doença, quantas e quais tentativas buscou para emagrecer, prejuízos causados pela obesidade em sua vida, casos de obesidade na família, autoestima e imagem corporal e expectativas quanto ao procedimento cirúrgico.

A avaliação Psicológica nesse momento possibilita verificar à presença de compulsões, crises de ansiedade e fantasias acerca do emagrecimento, a relação com o alimento e possibilidade de algum transtorno alimentar (compulsão alimentar periódica, anorexia, bulimia), níveis de stress, ansiedade e depressão. A capacidade de controle emocional frente às situações de stress/tensão que possam comprometer os resultados do procedimento. Por isso, é imprescindível que o paciente dê continuidade ao acompanhamento pós-cirurgia com uma equipe multidisciplinar. Para manutenção e acompanhamento das mudanças de hábitos, por meio da reeducação alimentar e prática de exercícios, garantindo o sucesso do procedimento.

 

Marli de Carvalho Ferreira

Psicóloga

CRP 04/48245

Obesidade no Brasil

 

 

 

 

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A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica apoia metas para conter a obesidade e propõe selo de alerta ao consumidor

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) avaliou como positiva a medida do Ministério da Saúde, e que prevê deter o crescimento da obesidade entre a população adulta, reduzir em 30% o consumo regular de refrigerantes e sucos artificiais e aumentar, em pelo menos 17,8%, o percentual de adultos que consomem frutas e verduras regularmente.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Caetano Marchesini, a medida do Ministério da Saúde é fundamental para conter o avanço da obesidade no país.

“O número de cirurgias bariátricas no Brasil aumentou 7,5% em 2016 em comparação com o ano de 2015. No ano passado 100.512 pessoas fizeram a cirurgia e este número cresce ano a ano. Políticas públicas eficazes de combate à obesidade é o que o Brasil precisa para evitar que os nossos jovens e crianças sejam futuros candidatos à cirurgia bariátrica”, declarou Marchesini.

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde, de 2013, mostram que mais da metade dos brasileiros, 56,9% estão acima do peso ideal ou apresentam o Índice de Massa Corporal (IMC) maior do que 25 kg/m2.

Segundo o presidente da SBCBM, o número de cirurgiões bariátricos existentes no país é pequeno, se comparado com o número de pessoas que precisam de uma cirurgia bariátrica. “O Brasil é considerado o segundo país do mundo em número de cirurgias e os índices de obesidade só aumentam. Precisamos frear esta epidemia”, reforça Marchesini.

Em um estudo divulgado pelo próprio Ministério da Saúde, em agosto de 2015, constatou-se que 60,8% das crianças com menos de dois anos de idade comem biscoitos, bolachas e bolos e que 32,3% tomam refrigerantes ou suco artificial.

Os dados integram o terceiro volume da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que traz medidas da população do país, como peso, pressão arterial e circunferência da cintura.

Além das mudanças nos hábitos alimentares na infância, os dados já alertavam para os crescentes índices de excesso de peso e obesidade em adultos.

Alerta para produtos ultraprocessados – O presidente da SBCBM diz que informações mais claras e didáticas nos rótulos dos alimentos industrializados influenciam os consumidores na compra dos produtos. O resultado foi constatado em uma pesquisa coordenada por Marchesini e desenvolvido juntamente com professores do curso de nutrição da Universidade Federal do Paraná e Universidade Positivo.

O estudo apontou que entre 100% dos entrevistados, 89% mudaram suas escolhas no supermercado ao se deparar com um selo vermelho de alerta na embalagem do

produto. Em contrapartida, apenas 11% mantiveram a decisão pela compra de um produto que não é considerado saudável.

“A inclusão de um selo de cores diferenciadas é uma ferramenta importante para a interpretação das informações contidas nos produtos alimentícios embalados ultraprocessados e influência na escolha de alimentos. Esta medida também pode ser avaliada pelo Ministério da Saúde”, declarou Marchesini.

O médico defende que a interpretação de rótulos e informações nutricionais de alimentos embalados deve ser facilitada para que a população possa fazer escolhas autônomas, saudáveis e adequadas. “Temos um estudo cientifico que comprova a mudança na escolha das pessoas quando elas são alertadas de que determinado alimento não faz bem à saúde”, conta Marchesini.

Foram responsáveis pelo estudo, juntamente com o Dr. Caetano Marchesini, a nutricionista e mestranda em alimentação e nutrição pela UFPR, Ana Cláudia Thomaz; a nutricionista e mestre em segurança alimentar e nutricional, Rubia Daniela Thieme e as alunas, Gabriela Franco e Lucimara Bertoni.

Obesidade – As mudanças no padrão de alimentação do brasileiro, bem como o menor tempo dedicado a atividades Segundo Marchesini, a obesidade está diretamente associada, na maioria dos casos, ao aumento da ingestão de energia e ao alto consumo de alimentos ultraprocessados.

O médico explica que os alimentos ultraprocessados devem ser evitados, pois são ricos em gorduras e açúcares, contém quantidades excessivas de sódio, além de alto teor de gorduras saturadas e hidrogenadas para estender a duração na prateleira, intensificar sabor, cobrir sabores indesejáveis dos aditivos e das substâncias geradas pelas técnicas utilizadas em sua fabricação.

“Além disso, os alimentos ultraprocessados são pobres em fibras, vitaminas, minerais e outras substâncias que estão naturalmente presentes nos alimentos in natura e minimamente processados como, por exemplo, os grãos, verduras, legumes e frutas”, reforça Marchesini.

Marchesini lembrou que o Guia Alimentar para a População Brasileira 2014 tem, como propósito promover a alimentação adequada e saudável, acelerar o declínio da desnutrição, reverter a tendência de aumento da obesidade e de outras doenças crônicas relacionadas à alimentação.

Sobre a SBCBM

A SBCBM – Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica foi fundada em 1996. Inicialmente batizada como SBCB – Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, em 2006 a entidade inseriu a palavra “Metabólica” em seu nome, devido à crescente importância da cirurgia metabólica na comunidade médica.

Possui atualmente mais de 1.700 sócios entre cirurgiões e especialidades associadas (endocrinologista, cardiologista, educadores físicos, cirurgiões plásticos, fisioterapia, enfermagem, odontologia, fonoaudiologia, nutricionista e nutrólogo e psiquiatra e psicólogo) com representantes no país por meio de capítulos ou delegacias.

A cirurgia bariátrica vem crescendo expressivamente no Brasil, que é o segundo país com mais cirurgias realizadas. Em 2012, foram feitas 72 mil cirurgias no País, em 2013, 80 mil procedimentos, em 2014, cerca de 88 mil, em 2015 foram realizados cerca de 93,5 mil procedimentos e em 2016, 100 mil cirurgias. Do número total de cirurgias feitas no Brasil estima-se que 10% sejam feitas pelo SUS.

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O que é Coaching de Relacionamento?

 

A natureza do homem é relacional, já dizia Freud. Ser ouvido na essência, ser notado, reconhecido e amado, ter o direito de errar, são as necessidades básicas do ser humano, que conseguem ser supridas por meio das relações, sejam elas familiares, de amizades ou afetivas. Nesse sentido, passamos nossa vida nos relacionando: primeiramente com nossos pais e parentes próximos, então vamos crescendo e fazendo amizades com vizinhos, colegas de escola, até passarmos para os relacionamentos amorosos.

Através de algumas pesquisas, pode-se notar que muitos casais, tem enfrentado desafios em seus relacionamentos amorosos, por conta da dificuldade em lidar com alguns sentimentos, ações e comportamentos, diante disso, como uma solução para essa dificuldade, ou até mesmo uma “luz no final do túnel”, alguns desses casais têm recorrido ao Coaching de Relacionamento e procurado um profissional Coach que atua no nicho de relacionamentos. E acredite, os resultados são verdadeiramente extraordinários. 

O Coaching de Relacionamento, trabalha questões como insegurança, timidez, baixa autoestima e diversas outras questões que podem estar fixadas inconscientemente na mente das pessoas, e isso pode interferir na progressão desses relacionamentos e sabotando a felicidades de várias pessoas e casais.  

Todos nós estamos em busca de um grande companheiro que divida conosco as alegrias, tristezas, adversidades e conquistas, alguém em que possamos confiar plenamente e que ame nossa essência verdadeiramente. Existem alguns fatores fundamentais que contribuem para o estabelecimento de relacionamentos saudáveis, como o respeito, carinho, confiança, cumplicidade, amizade e bom humor. Mas, com a correria do dia a dia, o tempo passa rapidamente sem nossa devida atenção e infelizmente a relação pode cair em uma zona de “desconforto”.

Nesse sentido, o Coaching é uma metodologia que pode apoiar a construção de bons relacionamentos, pois seu processo abrange o ser humano de forma plena, envolvendo em todos os aspectos de seu universo.

O que faz o Coach de Relacionamento?

O Coach de relacionamentos, com o objetivo de transformar vidas e relacionamentos, busca formas, estratégias e ferramentas que intensifique uma comunicação clara e objetiva nos relacionamentos dos seus Coachees. Outro ponto que também é objetivo para o Coach de relacionamento, é mudar padrões de relacionamentos herdados dos pais, ou seja, filhos que inconscientemente se espelham nos relacionamentos dos pais e herdam comportamentos e pensamentos semelhantes, o que fazem dos seus relacionamentos, um fracasso.

O Coach de Relacionamento, em suas sessões, busca criar formas para que o seu Coachee mantenha um relacionamento saudável, melhorando e reorganizando os papéis de cada parceiro.
Como? Simples. Trabalhando  o reconhecimento e a resolução de conflitos dos relacionamentos passados (caso haja), trabalhando perdas e dores, direcionando o caminho para o seu Coachee aprender com outros relacionamentos, também é uma estratégia usada.

 

Coaching de casais 

Muitas vezes, o processo de Coaching de Relacionamentos para casais se inicia com duas à quatro sessões com o casal. Nessas sessões, questões serão levantadas e serão identificadas as necessidades, dificuldades e objetivos de cada indivíduo e claro, do casal. Depois desse processo, o Coach trabalha com sessões individuais e semanais, nessas sessões serão trabalhados os pontos de cada um. Ao final desse processo, o Coach volta com mais algumas sessões que serão realizadas com o casal. O interessante desse trabalho, é que primeiro se ouve o casal, depois trabalha-se com cada um separadamente e posteriormente, o Coach volta com o casal para fechar o processo e alinhar cada ponto a ser aperfeiçoado. 

Coaching Individual

No trabalho de Coaching Individual, são realizadas sessões semanais de uma hora aproximadamente, e são usadas metodologias e ferramentas para que seja possível ter um trabalho mais profundo. O trabalho do Coaching Individual é único e muda de pessoa para pessoa, uma vez que as estratégias e ferramentas vão depender da história de vida e das necessidades de cada pessoa. Normalmente, o trabalho de Coaching Individual tem uma média de dez sessões (tudo vai depender da necessidade do cliente). 

Coaching como Apoio no Relacionamento Amoroso

Conheça abaixo as principais técnicas e teorias utilizadas no Coaching de Relacionamento que podem auxiliar na sua realização afetiva.

 

Autoconhecimento

Para estar bem com o cônjuge é necessário primeiramente estar bem consigo mesmo. Nesse sentido, o autoconhecimento é fundamental para construção de um relacionamento saudável, uma vez que você estará em harmonia com sua essência e com o que te faz feliz. Assim, a felicidade do outro passará a ser promovida naturalmente.

Ouvir na essência

É a capacidade de ouvir seu cônjuge integralmente,incluindo as palavras que não estão sendo ditas. É a capacidade de perceber o não verbal que está contido no intervalo de cada palavra, como gestos, respiração e olhar. Este é o único e melhor caminho para criar um estado de fluxo entre os dois, um entrelaçamento de boas energias, gerando uma conexão de corpo, alma e espírito com você mesmo e com seu parceiro. Quando você está conectado com o outro de coração e mente aberta, você transmite verdadeiramente a sua essência.

 

Suspender o julgamento

É importante compreender e respeitar que seu cônjuge teve uma criação diferente da sua e que a forma como ele enxerga o mundo é particular. A ausência de julgamento é essencial para a saúde do relacionamento. Em situações de conflito, procure se colocar no lugar do outro. Esteja aberto a conversar de maneira tranquila e verdadeira, evitando discussões e desgastes desnecessários.

 

Patrocínio Positivo

Consiste em afirmações poderosas e certas, com o objetivo de levar o cônjuge para um estado mental positivo, gerando receptividade e apoio. Alguns exemplos: Eu caminho com você; Eu estou com você; Eu entendo você; Estamos juntos neste processo; Eu respeito você; Eu acredito em você; Conte comigo nesta caminhada; Parabéns, você está indo muito bem; Você tem todos os recursos necessários para conseguir ir além!

 

Comunicação

Após 30 anos de aconselhamento para casais e famílias, o antropólogo Gary Chapman, identificou e apontou que existem 5 linguagens básicas pelas quais o amor é expressado e compreendido. Veja abaixo as 5 linguagens do amor:

Palavras de afirmação: são sentenças expressas em elogios como “O jantar estava ótimo”, afirmações como“Acho que você faz isso muito bem”, e incentivos como “Vai dar tudo certo”;

Qualidade de tempo: é a dedicação de um tempo exclusivo, ainda que pequeno, ao companheiro. As atitudes ou dialetos como conversas, passeios, assistir TV juntos, fazem a diferença;

Presentes: não importa o valor financeiro, e sim o ato de presentear e surpreender;

Gestos de serviços: aqui o que você faz, fala mais alto do que qualquer palavra, como lavar louça, consertar a fechadura, levar o lixo para fora, etc;

Toque físico: o importante é saber quando, como e onde tocar a pessoa, exemplo: beijos, abraços, cutucões, relações sexuais, entre outros.

 

Ressignificação

Todo relacionamento passa por desafios, em menor ou maior intensidade.O que faz com que estes momentos não prejudiquem o casal é a habilidade da ressignificação.

Ressignificar não denota ignorar os problemas, mas perceber um ponto de vista diferente, dar-lhe um novo significado, absorver apenas o que é positivo e agregador. Perdoar é dar a oportunidade ao cônjuge de ser melhor do que ontem.É despertar também a responsabilidade de não cometer o mesmo erro. O perdão acontece na medida em que se quer o bem do outro, um ato que atinge positivamente aquele que recebe e também aquele que doa. O perdão cura, fortalece e amadurece o relacionamento. “Não é o amor que sustenta um relacionamento é a forma de se relacionar que sustenta o amor!” E você, como tem cultivado seu amor? Comente e compartilhe com seus amigos em suas redes sociais!

O QUE PRECISAMOS FAZER PARA MANTER UM RELACIONAMENTO SAUDÁVEL?

Conservar um relacionamento saudável é essencial pra quem busca a felicidade.

Manter um relacionamento saudável é fundamental para qualquer pessoa que busca ser feliz e realizada nas diferentes áreas da vida, seja pessoal, amorosa, social ou profissional. Porém, essa não é uma tarefa fácil.

Bons relacionamentos exigem confiança, respeito, lealdade e, principalmente, boas doses de paciência. Todas estas características precisam ser, acima de tudo, recíprocas entre os envolvidos, para assim colher bons frutos em qualquer contexto.

Confira dicas importantes para manter um relacionamento saudável em diversas situações:

No trabalho

Cumprimente seus colegas diariamente sempre com um sorriso no rosto. Deseje um bom dia, uma boa tarde etc;

Fuja das fofocas, “disse me disse” e das famosas “panelinhas”. Tudo isso costuma gerar conflitos no ambiente de trabalho;

Respeite as diferenças. Lembre-se que cada profissional tem opiniões e ideias diferentes, e você precisa respeitar a todos;

Seja gentil com seus colegas. Gentileza gera gentileza;

Seja proativo e ofereça ajuda sempre que alguém precisar;

Aprenda a receber feedbacks de maneira profissional e madura;

Evite conflitos e, se acontecerem, procure seus superiores para resolver da melhor maneira possível.

 

Na família

Exercite a paciência. Antes de entrar em um conflito familiar, pense duas vezes e mantenha a calma;

Mantenha um diálogo transparente com seus familiares. Essa atitude costuma resolver boa parte dos problemas;

Aprenda a respeitar da mesma maneira que você exige ser respeitado;

Aprenda a perdoar ao próximo e a si mesmo. É comum que surjam conflitos em todo relacionamento familiar. Porém, ao invés de guardar mágoa de alguém, perdoe. O sentimento negativo só faz mal para quem o sente, e o perdão é sinônimo de maturidade.

 

No amor

Entenda que seu parceiro vem de uma criação diferente da sua, e não tente mudá-lo;

Evite discussões desnecessárias. Não aponte os erros do seu parceiro, mas procure uma solução para o problema;

Tenha um diálogo aberto. Ao invés de brigar, procure conversar de maneira sincera, tranquila e verdadeira;

Se coloque no lugar do outro. Antes de discutir com seu parceiro, procure se colocar no lugar dele e pense no que faria se a história fosse invertida;

Surpreenda seu amor. Para seu relacionamento não cair na rotina, procure surpreender seu parceiro com programas que vocês nunca tenham feito. Saiam sempre para se divertir juntos;

 

Façam planos.

Um bom relacionamento, para dar certo, precisa que as duas partes tenham objetivos em comum;

Gostou das dicas? Deixe o seu comentário! E lembre-se de sempre se lembrar de nunca se esquecer de compartilhar o conhecimento com seus amigos!

A AJUDA DO COACHING DE RELACIONAMENTOS PARA A REALIZAÇÃO AFETIVA

Em praticamente todas as situações da vida, estamos rodeados de pessoas e, muitas vezes, dependemos do outro para obter crescimento tanto pessoal, quanto profissional. Manter um bom relacionamento interpessoal, no entanto, nem sempre é fácil. Exige constante compreensão para lidar com a opinião e comportamento daqueles com quem precisamos manter contato, e, ao mesmo tempo, demanda muito controle sobre nossos próprios sentimentos e atitudes.

Pode parecer que não, mas o autoconhecimento ajuda a estabelecer conexões com as pessoas de forma mais positiva e duradoura, além de garantir trocas que auxiliem no desenvolvimento de todos os envolvidos. Esses benefícios podem ser verificados em qualquer situação da vida, desde o trabalho até o âmbito familiar. Ao se conhecer melhor, as pessoas aprendem a  identificar, analisar e alterar comportamentos que estejam afetando a sua relação com o próximo, a verificar se têm transmitido adequadamente as suas ideias e até mesmo a corrigir problemas de comunicação que eventualmente têm gerado conflitos.

Algumas técnicas psicológicas são efetivas na busca pelo autoconhecimento, como é o caso da análise transacional. O objetivo dessa teoria é analisar e estudar pensamentos, sentimentos e comportamento das pessoas diante das trocas de estímulos e respostas obtidas durante o contato entre elas.

Breve histórico e conceito da análise transacional

A análise transacional foi criada pelo médico e psiquiatra naturalizado americano Eric Berne, no final da década de 1950. Trata-se de uma teoria da personalidade e uma psicoterapia sistemática que tem como objetivo o crescimento e mudança pessoal. Os seus resultados contribuem com alterações significativas nos comportamentos, sentimentos e pensamentos do paciente e por esse motivo é encarada como filosofia de vida.

A análise transacional recebeu esse nome porque Berne começou a se interessar pela relação entre as pessoas e a troca de estímulos e respostas (transações) que resultavam desse contato. Ele também considerava que todos nascem com o potencial de ser feliz, ter sucesso e manter relacionamentos de qualidade. No entanto, essa capacidade é limitada na medida em que os indivíduos agem de acordo com as expectativas de terceiros, como de seus pais, por exemplo.

As suas pesquisas eram, portanto, baseadas na observação das atitudes de seus pacientes e na conduta humana como um todo. Tudo isso porque o estudioso desconsiderava teorias que não pudessem ser demonstradas ou comprovadas na prática.

 

Como a análise transacional é aplicada

A análise transacional estuda a forma como as pessoas pensam, sentem, agem e se relacionam, sendo um método muito eficaz para compreender o ser humano e propor soluções preventivas e transformadoras. Para isso, utiliza-se de instrumentos que permitem aos indivíduos conhecerem melhor o seu funcionamento interno e o dos outros. Isso contribui para que compreendam melhor os seus relacionamentos e percebam aquilo que deve ser mudado para melhorá-los.

A teoria trabalha basicamente tentando recuperar as capacidades inatas ao ser humano que são perdidas de acordo com as suas vivências e situações estressantes e traumáticas sofridas principalmente durante a infância. Dessa forma, utiliza-se dos conceitos de Estado de Ego, aliados ao conhecimento da história pessoal do indivíduo e ao seu comportamento.

Os estados de Ego constituem o sistema de sentimentos de cada indivíduo, representando a sua estrutura interna ou personalidade. A teoria considera que essa estrutura é composta de partes, designadas de Estado de Ego Pai, Estado de Ego Adulto e Estado de Ego Criança. Esses conceitos são considerados para delimitar o comportamento do indivíduo com relação ao outro.

Quando assumimos nosso Ego Pai, esperamos que o receptor utilize o Ego Criança, sendo que o emissor toma uma posição de controle da situação, enquanto o receptor estará submisso. Nas situações contrárias, na quais o Ego Criança é assumido por quem comunica, espera-se do receptor o Ego Pai. Nesse caso, o emissor busca uma relação permissiva, de proteção e cumplicidade.

Quando se estabelece uma comunicação com o Ego Adulto, surge a reciprocidade da outra parte. Ou seja, constitui-se uma relação nivelada na comunicação. Esse procedimento é o ideal para relações de trabalho. Nesse sentido, quando compreendemos a maneira de nos comunicar, assim como os diferentes egos, passamos a realizar uma comunicação mais assertiva, uma vez que transmitiremos os nossos sentimentos e emoções de forma a ser entendida pelo receptor.

Como modelo de aprendizagem, a análise transacional é realizada por meio de um contrato entre o terapeuta e o cliente. Nessa perspectiva, é o próprio paciente que coloca aquilo que deseja mudar em sua vida e o terapeuta apenas aceita o desafio de ajudá-lo. As sessões pretendem contribuir para que o indivíduo alcance a autonomia de vida, usufruindo de melhor controle de seus sentimentos, pensamentos e comportamentos, além de tornar-se mais apto para identificar e abdicar de atitudes que o estejam atrapalhando de alguma forma.

A análise transacional faz parte de um programa de melhoria contínua, sendo que quanto mais você se conhece, mais habilidades de como utilizar sua comunicação terá e estará em constante aprimoramento. Essa teoria pode ser aplicada principalmente em locais e situações em que o relacionamento interpessoal é fundamental, como é o caso do ambiente corporativo.

O QUE É PERSONAL COACHING E LIFE COACHING?

O personal coaching e life coaching é uma divisão da metodologia de Coaching que trabalha especialmente com o desenvolvimento pessoal em relação a potencialização de capacidades e habilidades.

 

Com o foco voltado para o desenvolvimento pessoal, o Personal Coaching trabalha com a ampliação de capacidaddes e habilidades do coachee. Também chamado de life coaching, este segmento da metodologia de Coaching contribui positivamente para que o coachee tenha habilidades importantes – comunicação efetiva, autoconhecimento, melhoria de relacionamentos, quebra de crenças limitantes, entre outras habilidades – e, assim, alcançar um estado de equilíbrio entre todas as partes da sua vida. 

Para quem é indicado?

O coaching pessoal é indicado para indivíduos que buscam acessar o melhor de si por meio do aprimoramento de seu comportamento e padrões de pensamento, objetivando atingir um estado de plenitude pessoal em diferentes âmbitos. É importante ressaltar que o coaching, em suas variadas áreas de atuação auxilia na definição de metas e objetivos, bem como no esclarecimento de onde se está e onde quer chegar. Além disso, a metodologia prepara a pessoa para sair de sua zona de conforto, gerando mudanças em sua vida que fazem a diferença. Tudo isso, aliado ao comprometimento e confiança existente entre o coach (profissional) e o coachee (cliente), gera resultados extraordinários em um curto espaço de tempo.

O Personal Coaching atua em várias situações da vida dos coachees. Eis alguns exemplos:

1- Gestão financeira: pessoas que desejam organizar as próprias finanças podem encontrar no Personal Coaching ferramentas para gerenciar gastos e investimentos com mais segurança e eficiência. 

2- Preparatório para o engresso na faculdade: muito indicado para adolescentes que não decidiram qual curso superior farão na universidade. Indicado também para estudantes que querem se preparar para as provas de vestibulares e demais processos seletivos. 

3- Gerenciamento de Stress: em casos que envolvam estresse e outros desgastes, o Personal Coaching pode auxiliar na busca, planejamento e execução de atividades e ações que contribuam para a redução deste mal. É importante dizer que neste caso (ou em casos similares) o Personal Coaching deve ser um aliado das orientações médicas, nunca um substituto. 

 

LIFE COACHING: AMPLIANDO OS HORIZONTES

Seja no trabalho ou na vida pessoal, estamos sempre em busca de evolução e crescimento. O Coaching pode ser um ótimo aliado neste processo. O Coaching é uma metodologia de desenvolvimento humano que potencializa resultados. É um apoio para quem procura expandir seu potencial e promover mudanças em qualquer área da vida. Entre os variados nichos do Coaching está a modalidade conhecida como Life Coaching que tem como foco atender necessidades pessoais. O objetivo deste segmento é melhorar a qualidade de vida, aumentar a motivação, auxiliar os indivíduos a  enfrentar seus próprios desafios, estabelecer metas e alcançá-las de modo simples, rápido e prático. O processo é indicado para qualquer pessoa que deseja melhorar sua vida em amplos aspectos, os resultados obtidos são extraordinários e permanentes. O acompanhamento é feito através de sessões semanais, quinzenais ou mensais de uma a duas horas de duração. Através do apoio de um profissional denominado Coach, o cliente (Coachee) é estimulado a encontrar todas as respostas e possibilidades para alcançar o que almeja. Através de mudanças no comportamento, definição de metas, tarefas e objetivos a serem cumpridos, o cliente consegue atingir seu potencial máximo. Entre vários benefícios que o Life Coaching proporciona, estão: – Aumento da realização pessoal e felicidade; – Melhora na qualidade de vida; – Potencialização da autoestima e autoconfiança; – Descoberta de valores e missão de vida; – Superação de obstáculos; – Foco no positivo. Amplie seus horizontes com o Life Coaching, se conheça melhor e identifique seus pontos de melhoria para alcançar resultados cada vez mais extraordinários.

fonte: ibc coaching.

 

Tenório Ferreira

Life Coach

Terapia Familiar Sistêmica

gallery/relacionamento interpessoal

De acordo com a Psicologia e a Sociologia, podemos definir Relacionamento Interpessoal como a ligação, conexão ou vínculo entre duas ou mais pessoas dentro de um determinado contexto. Este, por sua vez, pode ser o ambiente de trabalho, familiar, social, religioso, amoroso ou educacional, por exemplo. Neste sentido, segundo o psiquiatra austríaco Sigmund Freud, considerado o pai da Psicanálise, o homem é, em sua essência, um ser relacional. Isso quer dizer que eu, você e as pessoas ao nosso redor temos esta característica nata.

Por isso mesmo, é da natureza do ser humano se relacionar. Para isso, busca sempre estar vinculado a alguém e alimentar uma intensa troca de energia, conhecimentos e emoções com outras pessoas. Portanto, quanto melhores e mais positivos forem os nossos relacionamentos interpessoais, maiores são as chances de construirmos conexões verdadeiras com as pessoas com as quais convivemos. Para isso, elementos como empatia e respeito são fundamentais.

 

A Importância de um Bom Relacionamento Interpessoal

Sabia que um bom relacionamento interpessoal é o resultado de um bom relacionamento intrapessoal? Ou seja, reflexo da forma como nos relacionamos com nós mesmos. Se internamente estamos bem-resolvidos com nossas questões pessoais e profissionais, nossas relações exteriores tendem a ser melhores também. Por outro lado, quando algo, em nossa mente ou coração, não vai bem e padecemos de algum tipo de dor emocional acabamos refletindo este mal estar na forma como tratamos as outras pessoas e a nós.

Na maioria das vezes, este desconforto pode revelar atitudes negativas, agressivas, errôneas e altamente sabotadoras.  Portanto, não é por acaso que vemos líderes e colegas de trabalho que, por conta de seus problemas pessoais, às vezes, acabam tratando com rispidez todos com quem se relacionam em seu dia a dia. No trânsito, nos locais públicos ou mesmo no trabalho ninguém lhes escapa.

Em casa não é diferente, pois quando um dos membros da família não está satisfeito ou feliz com algo, logo acaba tendo comportamentos nocivos, que tanto podem afastar como ferir e magoar profundamente os seus familiares. Portanto, para ter um bom relacionamento interpessoal com os demais, antes de tudo, a pessoa precisa estar em paz consigo mesma.

Neste sentido, eu quero convidar você a fazer o exercício poderoso de começar a observar com mais atenção às atitudes das pessoas ao seu redor e também as suas. Note que quando algo não vai bem, não raro, nós tendemos a externalizar nossa insatisfação por meio do mau humor, da tristeza, do isolamento ou mesmo da agressividade.

Perceber isso é muito importante, especialmente nas relações de trabalho e familiares, pois quando o outro não está bem e nos trata de forma hostil ou afrontosa, geralmente tendemos a levar isso para o pessoal e a achar que o problema dele é conosco. O mesmo acontece na visão dos outros em relação a nós. Saiba que na maioria das vezes não é pessoal e, que seu comportamento, na real, é o reflexo de uma insatisfação interna, passageira ou constante.

Claro, agredir alguém verbalmente não é a melhor forma de resolver um problema. Contudo, este é um aprendizado que apenas a vida e o tempo pode nos proporcionam. De sua parte, o que pode fazer quando isso acontecer com você é exercitar o não julgamento. Não se apresse em dar um diagnóstico para o que o outro sente, pois se nem ele mesmo está convicto disso ou entende de fato pelo que está passando naquele momento, não cabe a nenhum de nós julgarmos seus motivos.

Ter esta consciência nos faz exercitar a capacidade de empatia, que o ato de se colocar no lugar do outro para tentar entender suas ideias, sentimentos, motivações ou mesmo as suas dores. Ser empático é o primeiro passo para aprender a respeitar as pessoas com as quais convivemos e um elemento essencial na construção de relacionamentos interpessoais mais positivos.

 

Relacionamento Interpessoal no Trabalho

Empresas são os resultados de pessoas. Como tal, quanto melhor for à relação dos colaboradores de uma organização, mais produtiva será a sua convivência. Profissionais que fazem parte de grupos harmônicos trabalham em maior sintonia também, pois se conhecem e se respeitam mutuamente, o que torna o desempenho individual e o trabalho em equipe muito mais proveitoso.

Por outro lado, quando os colaboradores não se dão bem, os departamentos não se comunicam com efetividade e os profissionais não cooperam para o alcance efetivo das metas; a empresa acaba perdendo muito de sua capacidade produtiva e, consequentemente, seus investimentos. Isso acontece porque num ambiente onde as relações pessoais não são auspiciosas, a organização perde sua força máxima. Logo, o lema: “juntos somos mais fortes”, não é apenas uma expressão. Na prática, isso realmente faz muita diferença!

Fazendo mais uma vez uma autoanálise, convido você a relembrar pelo menos de uma situação onde isso ficou claro em seu trabalho. Pode ser um projeto importante em que um colega não entregava nunca a sua parte; uma demanda emperrada pela falta de colaboração de outro departamento ou ainda pela dificuldade do líder de comunicar ao grupo suas ideias, metas e decisões.

Ainda que estes sejam apenas exemplos de circunstâncias hipotéticas, saiba que estes problemas acontecem com bastante frequência nas empresas. No dia a dia, estes são também alguns dos motivos que fazem com que o relacionamento interpessoal entre seus profissionais seja minando. Para virar este jogo e construir relações profissionais melhores: respeito; empatia; trabalho em equipe; visão sistêmica; paciência; cooperação e uma liderança positiva; são verdadeiramente palavras-chave.

Como Melhorar suas Relações Interpessoais na Empresa

Como diz um velho ditado – “Quando um não quer; dois não brigam.” E esta ideia se aplica também as relações interpessoais no trabalho e na vida de modo geral, pois quando, por exemplo, você não quer entrar em discussões ou criar problemas com seus colegas, não tem porque perder seu tempo fazendo isso. Portanto, para criar um bom ambiente profissional, familiar ou social, todos os envolvidos precisam colaborar e fazer a sua parte pelo bem de todos.

Como o ser humano é imprevisível, em sua rotina diária na empresa existem muitas situações que realmente vão testar a sua paciência. Contudo, estes são os momentos ideais para exercitar a sua inteligência emocionale relacional, e para buscar resolver qualquer tipo de ocorrência por meio do diálogo pacífico.  O mau humor do chefe; a insatisfação do cliente; aquele colega que está insatisfeito com seu emprego e retardando o trabalho do grupo… Seja qual for o problema, é a forma como você reage a eles que definirá a qualidade das suas relações.

Quando sabemos nos comunicar com efetividade e temos um relacionamento interpessoal positivo com as pessoas com as quais convivemos, isso facilita a que possamos resolver as pendências e superar os momentos de crise com muito mais sabedoria e agilidade. Logo, podemos usar estes atributos para dialogar positivamente com os envolvidos em qualquer questão ou problema e alcançar efetivamente a conciliação dos interesses de todas as partes.  

Para isso, eu quero que você, aproveitando a leitura deste artigo, pare também para refletir sobre os seus comportamentos atuais. A intenção é que assim tenha a oportunidade de avaliar como as suas atitudes afetam positiva ou negativamente a qualidade dos seus relacionamentos interpessoais na organização onde atua em específico. Vamos às perguntas poderosas, pense a respeito e seja sincero nas respostas.

 

  • De 0 a 10, o quanto suas atitudes têm facilitado ou dificultado suas relações interpessoais no trabalho?
  • De 0 a 10, o quanto colabora para uma boa comunicação com seus colegas, com a empresa e os clientes?
  • Comunica-se sempre de forma respeitosa e amigável ou não?
  • Busca voluntariamente construir bons relacionamentos ou está constantemente em conflito com alguém?
  • Foca sempre em dar o seu melhor ou sua insatisfação atual é tão gritante e evidente que não permite que você se relacione bem com as pessoas e conquiste seu respeito e sua cooperação?

Reflita a respeito e, caso seja preciso, comece a rever os seus comportamentos e permita-se mudá-los a partir de agora!

 

Dicas para Melhorar o Relacionamento Interpessoal No Trabalho

Desenvolver atitudes positivas é essencial para construir bons relacionamentos com as pessoas que as quais convivemos. Para isso, conheça algumas ações que podem ajudar neste sentido:

Desenvolva a Empatia

Sem empatia é quase impossível construir um bom relacionamento interpessoal em qualquer área da vida e, no trabalho, não é diferente. A empatia é o que permite a uma pessoa se colocar no lugar da outra, compreender melhor os seus sentimentos e atitudes e evitar julgamentos apressados sobre sua forma de ser, pensar e agir.

Assim como nós, cada um tem sua história e seus motivos para ser como é. Claro que isso não justifica nenhum mau comportamento. Contudo, saber se colocar no lugar do outro além de uma demonstração de compaixão e respeito, evita que julguemos nossos colegas, clientes e chefes, sem ao menos dar-lhes a chance de mostrar o outro lado da moeda. Portanto, exercita mais a empatia!

Mantenha o Respeito

Seja qual for o problema, jamais perca o respeito pelas pessoas com as quais convive ou se deixe levar pela raiva ou pela insatisfação. O respeito ao próximo é à base de todo relacionamento interpessoal e uma prova de civilidade e humanidade. Não faça aos outros, o que não gostaria que fizessem contigo, pois tudo que vai, volta e alimentar um ciclo de desrespeito só gera mais falta de entendimento. Portanto, partir para a briga ou para qualquer tipo de agressão pessoal são caminhos que devem ser evitados veementemente.

Se você está aborrecido com algo ou com alguém, por exemplo, lembre-se sempre de que isso não te dá o direito de ser mal educado ou de agir de forma inadequada. Do mesmo modo, não libera seus chefes, clientes ou colegas a te tratarem mal. Quando todos entendem isso, todos ganham, pois o respeito é a chave para a construção de relações positivas e duradouras.

Tenha uma Comunicação Efetiva

A comunicação, seja ela verbal ou não verbal, é o que gera o vínculo entre as pessoas e os grupos aos quais fazem parte. Portanto, saber se comunicar, além de uma qualidade indispensável na carreira, é um atributo essencial à construção de relacionamentos interpessoais positivos. Representa ouvir e ser ouvido, criar um ambiente de respeito, onde as pessoas são capazes de trocar ideias, conhecimentos e experiências de forma recíproca.

Quando as pessoas querem se comunicar efetivamente umas com as outras, elas se abrem a ouvir, na essência, o que o outro tem a dizer, a decodificar as informações e intenções contidas ali, bem como se sentem mais seguras e confortáveis para expor o que pensam e dialogar com seus colegas de trabalho, amigos ou familiares. Por isso, prezar por uma boa comunicação faz toda diferença para que as relações interpessoais sejam sempre construtivas.

Respeite a Diversidade

Assim como nós, cada pessoa tem sua origem e sua história, que merece ser sempre honrada e respeitada. Como tal, para que possamos elevar a qualidade do nosso relacionamento interpessoal no trabalho e nos demais ambiente onde vivemos, devemos sempre buscar evoluir como seres humanos e defender o respeito às diferenças sejam elas quais forem.

Na prática, isso quer dizer que independente do credo, origem, cor, orientação sexual, nacionalidade, time, religião, cultura ou ideologia política, devemos sempre lutar para que o espaço de todos seja respeitado, assim como queremos que o nosso seja. Por mais diferente que o seu colega seja de você, isso não quer dizer que ele seja pior, apenas que tem outra mentalidade.

Contudo, ao contrário do que muitos pensam, entender estas diferenças e também buscar seus pontos em comum, pode trazer muitos aprendizados e crescimentos para ambos. Permita-se!

Seja Cooperativo

Todo relacionamento interpessoal envolve troca, pois quando cada um dá o seu melhor, as relações se fortalecem e se tornam positivas para todos. O que isso significa? Que você deve não deve se furtar de contribuir com seus conhecimentos, habilidades e experiências para ajudar as pessoas ao seu redor a solucionarem os problemas, aprender e crescer continuamente também. Do mesmo modo, esteja sempre aberto a receber tudo isso!

No seu trabalho, por exemplo, é importante que entenda a importância da cooperação entre os colaboradores e departamentos, dê valor ao senso de grupo e ao poder as ações individuais e coletivas, pois quando cada um faz corretamente a sua parte, todos são beneficiados por excelentes resultados.

Coopere sempre, pois nada pior do que alguém que não ajuda e ainda por cima atrapalha os demais em suas funções. Não queira ser este tipo de profissional que não contribui! Foque em ser aquele colaborador que sabe trabalhar em equipe e que tem humildade para ensinar e aprender.

Melhore seu Relacionamento Interpessoal com o Coaching

Se você tem muitas dificuldades em se relacionar e confiar nas pessoas e, inclusive, já recebeu muitos feedbacks em relação a isso, mas não conseguiu avançar e mudar, sozinho, esta situação, saiba que o Coaching pode te ajudar a virar definitivamente esta chave e a construir relacionamentos interpessoais mais positivos. Para isso, é essencial trabalhar no desenvolvimento de aspectos importantes e que são:

Comunicação: foco no desenvolvimento de habilidades de intercomunicação, diálogo positivo, na competência de falar com clareza e de ouvir na essência, de modo que a pessoa sinta-se capacitada a interagir e expor suas ideias.

Interação: o objetivo aqui, além de abrir espaço para que se expresse, é apoiar a que desenvolva a capacidade de criar vínculos e conexões positivas e verdadeiras com os demais, de modo que o ato de interagir seja bom para ela e gere relações confiáveis para sua vida.

Percepção: trabalha para que o indivíduo consiga superar suas crenças limitadoras e experiências negativas em relação ao ser humano. Ou seja, a que assim possa perceber também o que há de bom nas pessoas ao seu redor e, fazer com que também vejam suas qualidades, talentos e competências.

Aproximação: o foco aqui é quebrar os bloqueios e medos, tanto internos com externos, que impedem a pessoa de se relacionar e fazer com que se sinta confortável o suficiente para construir seus relacionamentos interpessoais sem colocar tantas barreiras e restrições.

Por meio de técnicas e ferramentas e de perguntas poderosas de Coaching, que geram reflexão e mudança de mindset, o processo confere o apoio que a pessoa precisa para identificar as razões que dificultam o seu relacionamento interpessoal, bem como para desenvolver estratégias efetivas para superar o problema e ir além em suas relações.

Muitas vezes, as respostas para esta lacuna, estão em situações do passado que não foram ressignificadas ou em decepções ainda não superadas relativas a algum acontecimento ou pessoa. Pode ser ainda fruto de bloqueios emocionais, de uma timidez excessiva ou de uma introspectividade que impede o indivíduo de abrir-se para o outro. Logo, não consegue sentir-se seguro para criar vínculos mais positivos e duradouros com aqueles com os quais convive.

Contudo, seja qual for à razão, o processo de Coaching é um excelente aliado à superação deste obstáculo, que pode tanto comprometer a carreira como as relações familiares, afetivas e sociais. O método ajuda a pessoa a encontrar as respostas para sua dificuldade de se relacionar, a superar crenças limitantes e a traçar estratégias efetivas para vencer seu problema definitivamente.

Além disso, também lhe auxilia a que desenvolva uma melhor comunicação interpessoal, vença os medos e bloqueios que impedem a pessoa de se relacionar e a que, deste modo, conquiste maior qualidade de vida em suas relações interpessoais em todos os sentidos. Maravilhoso, não é mesmo?

Portanto, se você também busca construir e melhorar seu relacionamento interpessoal no trabalho e na vida pessoal, minha dica é – invista em Coaching e aprenda a construir relações mais construtivas, produtivas, bem-sucedidas e extraordinárias!

fonte: ibccoaching

 

Tenório Ferreira

Life Coach

Terapia Familiar Sistêmica

gallery/emocao

Independentemente de sua idade ou classe social, todas as pessoas sentirão emoções básicas no decorrer de suas vidas. Isso acontece porque as emoções manifestam como estamos nos sentindo no momento, tornando-se guias de aprendizagem e autoconhecimento para o desenvolvimento individual.

É importante não dividir as emoções entre boas ou más, pois o que realmente existe são emoções que agradáveis ou desagradáveis. Mesmo as emoções que geralmente são consideradas ruins têm sua função e, por isso, são essenciais à vida humana.

Emoções básicas do ser humano

De acordo com o médico e psiquiatra Eric Berne, o ser humano apresenta cinco emoções básicas. São elas:

Raiva

Esta emoção induz o indivíduo a manifestar movimentos violentos de ataque ou de defesa, aumentando sua força corporal para obter força e energia para driblar as adversidades. Quando acontece alguma ameaça à vida, a raiva se faz presente como uma defesa espontânea/natural, como se fosse uma força vital.

Aspectos da raiva: revolta, agressividade, decepção, frustação, indignação, hostilidade, decepção e ciúme.

Medo

Embora muitas pessoas entendam o medo como um defeito ou uma emoção negativa, ele é muito importante para ensinar o ser humano sobre a importância dos limites e da autopreservação.

Aspectos do medo: timidez, constrangimento, vergonha, ansiedade e desconfiança.

Tristeza

A tristeza é o contrário de alegria e pode estar ligada à condição da vida ou à perda real de algo. Um período longo de tristeza, que muitas vezes pode ser oculta, pode levar à depressão.

Aspectos da tristeza: depressão, retração, nostalgia e desespero.

Alegria

Alegria é aproveitar a vida com prazer e poder partilhar dos momentos de bem-estar com amigos e pessoas queridas. Estar alegre por conta das conquistas, realizações e vitórias está diretamente ligado à autoestima. Os impulsos gerados pela alegria fortalecem a energia de uma pessoa.

Aspectos da alegria: alívio, animação, interesse, euforia e satisfação.

Afeto

O afeto é uma emoção presente no amor: amor de mãe, amor de pai, amor de filho, amor romântico. Essa emoção engrandece a alma e está diretamente relacionada ao carinho e ao prazer.

Aspectos do afeto: solidariedade, malícia, comoção, esperança, amor, paixão e curiosidade.

gallery/dor emocional

O desequilíbrio emocional é caracterizado pelas alterações de humor e facilidade em “sair do eixo” diante de acontecimentos negativos e imprevistos. As responsabilidades diárias, a sobrecarga profissional, os relacionamentos amorosos, as frustrações e a necessidade de se adequar aos padrões impostos pela sociedade são alguns fatores que podem causar sérios desequilíbrios.

Algumas pessoas são mais sensíveis e estão mais suscetíveis a esses acontecimentos, mas isso não quer dizer que não pode acontecer com qualquer pessoa. As emoções estão presentes em todas as situações da vida e, quando elas estão em desarmonia, podem fazer com que o indivíduo se porte de maneira inadequada e tenha prejuízos em sua saúde e relacionamentos.

O desequilíbrio emocional não é responsável apenas por causar sintomas mentais e sentimentais, e pode causar diversos problemas físicos, tais como: fortes dores musculares, dores de cabeça, gastrite, estresse e até mesmo depressão.

 

Sintomas de desequilíbrio emocional

 

Problemas para se concentrar

O desequilíbrio emocional pode trazer sérios problemas de concentração, fazendo com que a pessoa viva em um “mundo paralelo” e apresente grande dificuldade de manter o foco. A falta de concentração para executar tarefas rotineiras é uma das grandes causadoras da improdutividade.

Irritabilidade

Pessoas emocionalmente desequilibradas não conseguem lidar com as situações adversas da vida com serenidade. Por isso, ao lidar com situações que pareceriam normais aos olhos de qualquer pessoa, esses indivíduos ficam irritados e exaltados.

Descontrole

Em conjunto com a irritabilidade está o descontrole. Quem está emocionalmente desequilibrado deixa as emoções falarem mais alto do que a razão e tomam atitudes que seriam moralmente questionáveis — como arrumar briga no trânsito, por exemplo.

Insônia

Quem sofre com um desequilíbrio emocional tende a passar noites em claro. Porém, mesmo que tentem usar esse tempo acordado para fazer algo produtivo, este indivíduo não consegue fazer nada por conta do cansaço que está sentindo.

Dores

O aparecimento de dores físicas é uma das primeiras manifestações do desequilíbrio emocional. A dor de cabeça é o principal sintoma, aparecendo na maior parte dos diagnósticos de desequilíbrio emocional.

Para alcançar o equilíbrio, a dica é praticar atividades físicas e exercícios de respiração e relaxamento. Além disso, mantenha uma alimentação balanceada e concilie a vida profissional com a pessoal, lembrando que todos precisam de momentos de lazer. Ter o emocional equilibrado é bom para você e para as pessoas que estão ao seu lado.

Cuidado para não perder o autocontrole no ambiente de trabalho

É um desafio para quem está desequilibrado emocionalmente, manter um autocontrole dentro do ambiente de trabalho. E uma pessoa emocionalmente ruim, tende a levar todo os seus problemas de casa para o trabalho.

Deve haver um cuidado para que o seu desempenho profissional não fique prejudicado. A pessoa precisa compreender esse estado que ela está passando para saber trabalhar bem essas emoções.

Saber administrar as emoções está intrinsicamente ligado a Inteligência Emocional. Uma pessoa emocionalmente desequilibrada desenvolve comportamentos agressivos que podem resultar em problemas no ambiente de trabalho. Atrapalhando seriamente sua relação de trabalho com os colegas e equipe.

 

4 dicas para superar o desequilíbrio emocional

Trabalhe as causas

Preste atenção no que está causando o seu desequilíbrio emocional. Pode ser o excesso de trabalho, algum problema pessoal ou de saúde. Somos tendenciados a esconder problemas e fazer de conta que nada está acontecendo. Tente descobrir o que está te deixando com o emocional abalado e encontre alternativas de entrar novamente no eixo.

Mantenha sua autoconfiança

Não permita que seu estado de desequilíbrio emocional abale sua autoconfiança. Não associe o problema emocional com o seu potencial profissional, suas qualidades e talentos. Não permita que sua autoestima e sua autoconfiança fiquem abaladas e procure separar o “joio do trigo”. Você é um profissional que está passando por um problema que precisa ser resolvido. Encontre forças necessárias para isso.

Esteja no controle de suas emoções

Seus colegas de trabalho não tem culpa de seu estado emocional andar meio desequilibrado, portanto, controle suas emoções. Cuidado para não “soltar os cachorros” no colega de trabalho. Domine a raiva, a tristeza ou qualquer reação que te faça agredir injustamente o colega ou equipe. Cuidando com palavras ditas por impulso. A melhor atitude diante de uma condição emocional em desequilíbrio é se afastar até que você esteja mais calmo e equilibrado.

Tente ser otimista

Ninguém gosta de estar ao lado de pessoas negativas, que reclamam o tempo todo. Pessoas negativas geram ambientes negativos. Se você está sempre com pensamentos negativos, isso vai piorar ainda mais o quadro emocional. Tente pensar positivo e emanar energias positivas para o universo. Seu emocional irá agradecer.

Inteligência Emocional para superar as crises do desequilíbrio

Aprender a lidar com as emoções é o caminho para se sobressair no trabalho. Num momento de tensão você precisa estar no controle. É aí que entra a tão conhecida:

Inteligência Emocional.

Inteligência Emocional é a capacidade de sentir, entender, controlar e modificar seu estado emocional ou de outra pessoa. o próprio estado emocional ou de outra pessoa.

De acordo com o autor de literaturas sobre Inteligência Emocional, Travis Bradberry, “quando você está consciente de si mesmo, é muito mais provável que você encontre as oportunidades certas, coloque seus pontos fortes no trabalho e, talvez o mais importante, controle as emoções que o impedem de crescer”.

Com a crise financeira que se encontra o país, mais empresas estão fazendo cortes no quadro de funcionário, com menos recursos para movimentar a máquina, com isso o estresse toma conta do ambiente de trabalho. Quem tem inteligência emocional para lidar com esse ambiente no dia a dia, sai ganhando.

Se você é um líder de uma empresa, ficar de olho nessas competências é importantíssimo, para equilibrar seu emocional e aprender ou até mesmo administrar seus sentimentos.

O nosso sistema de coaching entrega as ferramentas necessárias para você desenvolver sua Inteligência Emocional e habilidades para lidar como o desequilíbrio emocional.

 

 

EMOÇÕES

DESEQUILÍBRIO EMOCIONAL

gallery/mau humor

MAU HUMOR

A vida moderna está associada a uma série de males que podem interferir negativamente na psique do ser humano, tais como: trabalho estressante, trânsito, preocupação com a violência e excesso de cobranças na vida pessoal e profissional. Como resultado disso tudo, é natural que o indivíduo fique mal-humorado ao longo do dia.

Quando o mau humor é constante, entretanto, vale a pena ficar atento: além de poder fazer com que você perca boas oportunidades, ficar sempre mal-humorado pode caracterizar uma patologia como a distimia — uma depressão leve em que a pessoa se sente constantemente desmotivada, impaciente e está sempre pensando no pior.

 

Dicas para combater o mau humor

É possível eliminar o mau humor por meio do desenvolvimento de novos hábitos e a adoção de pensamentos positivos. Confira algumas dicas de como combater o mau humor

 

6 dicas para combater o Mau Humor

Durma bem

O sono é um dos melhores remédios para o mau humor. Uma noite bem dormida é capaz de fazer você acordar descansado para enfrentar o novo dia com bom humor.

Alimente-se corretamente

A alimentação é uma excelente aliada do bom humor. Por isso, evite consumir álcool, bebidas estimulantes e mantenha uma alimentação saudável e balanceada.

Faça exercícios físicos

A prática regular de atividades físicas é benéfica para o corpo e faz bem para o cérebro, pois libera endorfinas que trazem sensação de felicidade.

Valorize o relacionamento amoroso

Bons relacionamentos amorosos trazem disposição, já que a paixão também libera serotonina e endorfina no cérebro.

Reflita sobre seus sentimentos

Entender seus sentimentos e as razões do seu mau humor ajudam a alcançar o equilíbrio emocional, afastando o mau humor.

gallery/empatia

Já parou para pensar no quanto ainda existem pessoas que não compreendem o significado de empatia?

Pensando nisso, é válido lembrar que essa palavra de origem grega significa ter habilidade de entender a necessidade do outro, é sentir o que uma pessoa está sentindo e se colocar no lugar dela. É ter a sensibilidade de ouvir uma pessoa e entender os seus desconfortos e suas alegrias.

De modo geral, a empatia é a capacidade de uma pessoa em vivenciar a dor e a alegria de outra, mesmo que a ligação entre elas não seja algo extraordinário, surreal e de outra vida. Basta que haja uma ligação de emoção entre as duas pessoas.

Empatia é para todos?

De forma clara e direta, não!

Empatia é um sentimento, é uma qualidade do ser humano. Porém, não são todas as pessoas que conseguem desenvolver essa habilidade.

Desenvolver a empatia demanda inteligência emocional e psicológica. Se você parar e pensar, vai ver que para ter empatia, é preciso saber ouvir e entender as dificuldades do outro. Dessa forma, aquelas pessoas que possuem autismo ou qualquer outra psicopatia, não conseguem ou não possuem a habilidade de desenvolver o sentimento de empatia.

Mas, vale lembrar que existem casos de pessoas que não possuem nenhuma psicopatia e ainda assim não conseguem desenvolver o sentimento de empatia por outras pessoas.

Para esse tipo de pessoa que não consegue sentir empatia por outra, ainda existe a possibilidade de desenvolver esse sentimento e procurar melhorar a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entender as dificuldades que ele está enfrentando, de ajudá-lo a entender que isso tudo são oportunidades de melhoria e de evolução que a vida acaba oferecendo.

Mas como desenvolver a empatia?

Como foi mencionado no parágrafo acima, é sabido que é possível desenvolver o sentimento de empatia por outra pessoa. Porém, pode ser que isso leve tempo.

Mas o que vale, é a busca e o interesse pela evolução pessoal, pois de certa forma, sentir empatia por outra pessoa é um sinal de evolução pessoal.

Com o tempo e com algumas técnicas, a empatia consegue ser desenvolvida e fixada no interior de uma pessoa. Veja algumas dessas técnicas que podem ser trabalhadas:

  • Esteja disposto a ouvir o que aflige a outra pessoa;
  • Tente deixar de lado os pré-conceitos e julgamentos;
  • Não faça comparações com outros casos;
  • Elogie com sinceridade. Se não for sincero, não o faça;
  • Passe a conversar com pessoas diferentes;
  • Estabeleça um laço de confiança com as pessoas.

Sentir empatia por uma pessoa ou por um fato que esteja acontecendo com alguém, pode fazer bem tanto para ela quanto para quem tem a capacidade de sentir esse sentimento extraordinário.

O poder que a empatia tem dentro do ser humano é enorme. Se você sente que consegue ter empatia por alguém, passe a prestar mais atenção no que vem acontecendo a sua volta.

Pequenas transformações acontecem ao longo do tempo, as pessoas passam a te procurar com mais frequência para desabafar ou contar algo que as tem incomodado. Elas confiarão e respeitarão sua opinião cada vez mais e você passará a ser a primeira opção para ela que precisa se sentir acolhida.

Para a pessoa que sente empatia por outra, isso pode ser algo transformador. Muitas vezes sentir que está sendo útil para outra pessoa pode ser o que faltava para se sentir verdadeiramente vivo.

Percebe que os benefícios existem tanto para quem busca por colo quanto para quem oferece o ombro?

 

 

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gallery/depressão o mal do milênio

Você sabe o que é Depressão?

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. Pessoas que sofrem com distúrbios de depressão apresentam uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem culminar em pensamentos suicidas.

Por isso, o acompanhamento médico é imprescindível o tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

A depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença.

Tristeza x Depressão

Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, onde a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias. Já a depressão se instala e se não for tratada pode piorar e passar por três estágios: leve, moderada e grave.

Geralmente a pessoa pode apresentar dois ou mais dos seguintes sintomas:

  • Apatia
  • Falta de motivação
  • Medos que antes não existiam
  • Dificuldade de concentração
  • Perda ou aumento de apetite
  • Alto grau de pessimismo
  • Indecisão
  • Insegurança
  • Insônia
  • Falta de vontade em fazer atividades antes prazerosas
  • Sensação de vazio
  • Irritabilidade
  • Raciocínio mais lento
  • Esquecimento
  • Ansiedade
  • Angústia.

Além disso, o indivíduo pode apresentar alguns sintomas físicos que os médicos não conseguem encontrar causas aparentes, como:

  • Dores de barriga
  • Má digestão
  • Azia
  • Constipação
  • Flatulência
  • Tensão na nuca e nos ombros
  • Dores de cabeça
  • Dores no corpo
  • Pressão no peito.

Estes são alguns dos indícios da depressão. Mas, se houver dúvida, procure um especialista para ter um diagnóstico e tratamento corretos. Não tenha medo ou vergonha de expressar o que realmente está sentindo e vivenciando, pois esses profissionais irão se basear nestes dados para poderem prescrever um tratamento e a partir daí, o paciente voltar a ter qualidade de vida, com alegria e bem estar.

Relação entre o suicídio e a depressão

O suicídio e depressão são muito relacionados. Contudo, nem todas as pessoas que apresentam um transtorno depressivo têm o risco de cometer suicídio.

A tendência a tirar a própria vida está relacionada a alguns fatores, sendo os mais importantes os seguintes:

  • A gravidade do quadro depressivo: nos quadros depressivos graves, a porcentagem de tentativa de suicídio é muito mais elevada

  • O uso de álcool e drogas: que podem causar estados depressivos pós uso e são extremamente graves, pois potencializam estados depressivos já existentes

  • Situações existenciais pessoais com uma somatória de fatores: idade, presença de uma doença crônica ou terminal, desesperança

  • Presença de traumas psicológicos como os abusos sexuais infantis.

Qualquer pessoa que tenha um agravamento muito severo de um quadro depressivo, a ponto de não querer mais viver (mesmo que não mencione se matar), é um candidato em potencial ao suicídio.

A depressão é uma doença multicausal e bastante complexa. Vários são os fatores que podem agravá-la a ponto de levar uma pessoa a tirar a própria vida:

A dificuldade ou recusa em buscar ajuda ou tratamento: a doença vai tendo uma evolução progressiva levando o indivíduo à total falta de energia

Doenças orgânicas: Parkinson, algumas doenças reumáticas, alguns tipos de tumores, entre outras doenças, podem produzir como consequências físicas e psíquicas um estado depressivo muito intenso.

Situações de perda muito intensas, que produzam uma verdadeira ruptura de valores do indivíduo. É como se ele perdesse (ou fosse perder) tudo que significa ou dá sentido a sua vida. Não tendo outros valores para continuar vivendo, tira sua vida.

Tipos de depressão

Existem diversos tipos de distúrbios de depressão. Os mais comuns são:

  • Episódio depressivo

Um episódio depressivo costuma ser classificado como um período de tempo em que a pessoa apresenta uma alteração em seu comportamento, passando por um episódio depressivo apresenta sintomas da síndrome depressiva, como:

  • Humor deprimido
  • Falta de energia
  • Falta de iniciativa e vontade
  • Falta de prazer
  • Alteração do sono
  • Alteração do apetite
  • Lentificação do pensamento
  • Lentificação motora.

Estes quadros tendem a ter uma duração mais curta, de até seis meses, sem uma intensificação dos sintomas.

Transtorno depressivo maior

Se uma pessoa começa a ter quadros depressivos recorrentes ou mantém os sintomas de depressão por mais de seis meses com uma intensificação do quadro, pode-se considerar que ela esteja passando por um transtorno depressivo maior.

Normalmente o transtorno depressivo maior é um quadro mais grave e também tem grande relação com a herança genética. Nele há uma mudança química no funcionamento do cérebro, que pode ser desencadeada por uma causa física ou emocional.

Depressão bipolar

As fases de depressão dentro do transtorno bipolar também são consideradas um subtipo de depressão. Os sintomas apresentados na fase de depressão são os mesmos de um episódio depressivo. Já nas fases de euforia, o paciente pode apresentar sintomas como:

Agitação

Ocupação com diversas atividades

Obsessão com determinados assuntos

Aumento de impulsividade

Aumento de energia

Desatenção

Hiperatividade.

Distimia

Distimia é uma forma crônica de depressão, porém menos grave do que a forma mais conhecida da doença. Com a distimia, os sintomas de depressão podem durar um longo período de tempo - muitas vezes, dois anos ou mais.

O paciente com distimia pode perder o interesse nas atividades diárias normais, se sentir sem esperança, ter baixa produtividade, baixa autoestima e um sentimento geral de inadequação. As pessoas com distimia são consideradas excessivamente críticas, que estão constantemente reclamando e são incapazes de se divertir. Entenda melhor sobre a distimia.

Depressão atípica

Normalmente os quadros de depressão costumam ser melancólicos, em que o paciente apresenta principalmente tristeza e pensamentos de morte, desesperança e inutilidade. A depressão pode ser atípica quando há predomínio de falta de energia, cansaço, aumento excessivo de sono e o humor apático.

Depressão sazonal

O maior exemplo de depressão sazonal são os episódios de tristeza relacionados ao inverno, que ocorrem devido à baixa exposição à luz solar.

Existem outros tipos de depressões sazonais, ligadas às épocas do ano, por exemplo, durante as festas de final de ano onde os níveis de estresse acabam aumentando.

Fique atento com períodos de tristeza de desânimo que acontecem em períodos épocas específicas - sempre que está frio ou sempre próximo de uma data específica, por exemplo.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto ocorre logo após o parto. Os sintomas incluem tristeza e desesperança. Muitas novas mães experimentam alterações de humor e crises de choro após o parto, que se desvanecem rapidamente. Elas acontecem principalmente devido às alterações hormonais decorrentes do término da gravidez. No entanto, algumas mães experimentam esses sintomas com mais intensidade, dando origem à depressão pós-parto. Saiba mais sobre a depressão pós-parto aqui.

Depressão psicótica

A depressão psicótica alia os sintomas de tristeza a outros menos típicos, como delírios e alucinações. Este é considerado um tipo de depressão grave, mas costuma ser raro. No entanto, qualquer pessoa pode desenvolvê-lo, e não só quem tem histórico de psicoses na família.

Causas

A depressão é na realidade uma ampla família de doenças, por isso denominada Síndrome. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos.

Saiba mais: Fique alerta com as principais causas de depressão

Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. A prevalência (número de casos numa população) da depressão é estimada em 19%, o que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo apresenta o problema em algum momento da vida.

Veja a seguir, alguns fatores que podem aumentar as chances de desenvolver a depressão:

Abuso: Sofrer abuso físico, sexual ou emocional pode aumentar a vulnerabilidade psicológica, agravando as chances de desenvolver a depressão

Medicações específicas: Alguns elementos químicos, como a Isotretinoína (usada para tratar a acne), o antiviral interferon alfa, e o uso de corticóides,podem aumentar o risco de desenvolver depressão

Conflitos: A depressão em alguém que já tem predisposição genética para a doença, pode ser resultado de conflitos pessoais ou disputas com membros da família e amigos

Morte ou perda: A tristeza ou luto proveniente da morte ou perda de uma pessoa amada, por mais que natural, pode aumentar os riscos de desenvolver depressão

Genética: Um histórico familiar de depressão pode aumentar as chances de desenvolver a doença. É de conhecimento científico que a depressão é complexa, o que significa que podem haver diversos genes que exercem pequenos efeitos para o surgimento da doença, ao invés de um único gene que contribui para o quadro clínico

Eventos grandiosos: Eventos negativos como ficar desempregado, divorciar-se ou se aposentar podem ser prejudiciais. Porém, até mesmo eventos positivos como começar um novo emprego, formar-se ou se casar podem ocasionar a depressão. Entretanto, é importante reiterar que a depressão não é apenas uma simples resposta frente à momentos estressantes do cotidiano

Outros problemas pessoais: Problemas como o isolamento, causado por doenças mentais, ou por ser expulso da família e de grupos sociais, também podem contribuir para o surgimento da depressão

Doenças graves: Às vezes, a depressão pode coexistir com uma grande doença, como por exemplo, o câncer. Ou então, pode ser estimulada pelo surgimento de um problema de saúde

Abuso de substâncias: Aproximadamente 30% das pessoas com vícios em substâncias apresentam depressão clínica ou profunda.

Sintomas

São sintomas de depressão:

Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia

Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas

Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis

Desinteresse, falta de motivação e apatia

Falta de vontade e indecisão

Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio

Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.

Saiba mais: Você sabe reconhecer os sintomas da depressão?

A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio

Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo

Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento

Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido

Perda ou aumento do apetite e do peso

Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo)

Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.

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Diagnóstico e Exames

Fatores de risco

Alguns fatores podem facilitar o aparecimento dessa patologia. Veja aqui os gatilhos mais comuns da depressão:

Neurotransmissores alterados

Fatores genéticos

Doenças crônicas

Eventos traumáticos na infância ou mesmo vida adulta

Abuso de substâncias, como álcool, cigarro e drogas ilícitas

Medicamentos e seus efeitos colaterais

Acúmulo de estresse

Sintomas

Buscando ajuda médica

É perfeitamente normal sentir-se triste, chateado ou infeliz com situações estressantes da vida. Contudo, pessoas com depressão experimentam essas sensações constantemente durante por anos. Isso pode interferir nos relacionamentos, trabalho e atividades diárias.

Se você apresenta os sintomas de depressão e acredita que isso esteja atrapalhando duas atividades e modo de vida, busque ajuda. Se não tratada efetivamente, a depressão pode progredir para algo mais grave, como as tentativas de suicídio.

Como perceber que uma pessoa com depressão pode estar próxima do suicídio?

Geralmente a pessoa manda uma série de sinais através do comportamento, mas que nem sempre são percebidos ou então não são levados a sério. Qualquer pessoa que tenha um agravamento muito severo de um quadro depressivo, a ponto de não querer mais viver (mesmo que não mencione se matar), é um candidato em potencial ao suicídio. Se nessa situação falar que quer morrer deve ser levado a sério, pois muitos que ameaçam o suicídio realmente fazem a tentativa, às vezes não por vontade de se suicidarem propriamente, mas simplesmente por estarem cansados de viver.

Diagnóstico e Exames

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar a depressão são:

Clínico geral

Psiquiatra

Psicólogo.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram

Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade

Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

Quais são seus sintomas e o quão severos eles são?

Como estes sintomas impactam no seu dia a dia?

Você se sente deprimido na maior parte do dia?

Quando você começou a notar que estava depressivo?

Você já pensou em morte ou suicídio?

Seus sentimentos de depressão são ocasionais ou contínuos?

O que parece aumentar sua tristeza?

Você já passou por alguma experiência traumática?

Você tem ou já teve outras condições de saúde física ou mental?

Você usa algum medicamento?

Você tem histórico familiar de depressão?

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para ansiedade, algumas perguntas básicas incluem:

Qual é a causa mais provável para minha depressão?

Existem outros fatores que podem estar piorando minha depressão?

Eu preciso ver outro médico ou um psicólogo/psiquiatra?

Que tipo de terapia pode me ajudar?

Medicamentos podem me ajudar?

Posso fazer algum tipo de terapia complementar?

Além do tratamento, o que posso fazer para ajudar a diminuir minha depressão?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Depressão

O diagnóstico é feito com base nos sintomas apresentados, em como a pessoa se apresenta fisicamente e emocionalmente no momento e em uma breve análise do seu histórico de vida e familiar.

Além disso, a depressão é classificada de acordo com a sua intensidade - leve, moderada ou grave. Portanto, o especialista precisa fazer uma avaliação para entender que condições podem estar levando você a ter depressão.

Exames

Para excluir a possibilidade de doenças físicas, podem ser pedidos exames como:

Exame físico durante a consulta

Exame de sangue

Exames neurológicos.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Depressão

Como se trata de uma família grande de “depressões” com múltiplas causalidades,; antes de se iniciar qualquer tratamento é necessário que seja feita uma investigação etiológica rigorosa.

Após o levantamento das causas envolvidas pode-se fazer um planejamento terapêutico adequado. Existem diversas “ ferramentas “ terapêuticas, e a medicamentosa é uma das mais importantes.

Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.

Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios de depressão. A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão.

A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar a sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

Psicoterapia

A terapia com um psicólogo pode ajudar o paciente a entender os fatores do dia a dia que desencadeiam a depressão, reduzir seus sintomas e trabalhar os eventos que o levaram a desenvolver este problema.

Terapia cognitivo-comportamental: Mais conhecida como TCC, ela se foca em problemas específicos e na melhor forma de saná-los. Seu principal foco está na resolução de traumas, apesar de servir para outros tipos de problemas. Funciona bem com fobias e com o tratamento do TOC.

Exercícios

Muitas pessoas procuram alternativas para acabar com os sintomas da depressão. Uma forma de ajudar no tratamento é inserir a prática de exercícios físicos na rotina.

Um estudo realizado pelo Centro Médico de Southwestern, na Universidade do Texas (EUA), descobriu a prática de exercícios aeróbicos regulares pode reduzir os sintomas de depressão pela metade. De acordo De acordo com a pesquisa, o grupo que praticou exercícios aeróbicos cinco vezes por semana reduziu os sintomas em 47% após três meses de treinos. Já o grupo que se exercitava três vezes por semana melhorou seus sintomas em 30%.

Dicas para combater a depressão

A atividade física proporciona distração e convívio social, além de liberar substâncias como endorfina e serotonina, responsáveis por melhorar o humor. Praticar esportes, seja de curta ou longa duração, causa bem-estar mental e melhora psicológica na maioria das pessoas. Bastam 15 a 30 minutos de exercícios em dias alternados para sentir os efeitos positivos.

Complicações possíveis

Pessoas depressivas há muito tempo e sem tratamento podem ter uma série de problemas como:

Baixas no sistema imunológico

Aumento dos processos inflamatórios

Cansaço extremo

Fraqueza

Insônia (ou sono de má qualidade)

Dificuldade para se concentrar

Problemas ou disfunções sexuais

Problemas digestivos

Isolamento social

Suícidio

Abuso de substâncias.

Convivendo/ Prognóstico

Além de seguir o tratamento à risca, alguns cuidados caseiros podem ajudar na recuperação de quem sofre com depressão:

12 alimentos para controlar a depressão

Leite e iogurte desnatado

Frutas

Laranja e maçã

Banana e abacate

Mel

Ovos

Carboidratos complexos

Carnes magras e peixes

Aveia e centeio

Folhas verdes

Soja.

Atitudes que ajudam no tratamento

Pratique exercícios físicos: A saúde da mente começa pelo corpo. O exercício físico libera endorfinas e aumenta os níveis de serotonina e dopamina, potencializando o efeito antidepressivo do tratamento. 

Mantenha a agenda em dia: Uma das principais manifestações da depressão é a falta de iniciativa e de vontade para realizar até mesmo tarefas cotidianas, como levantar-se da cama. Fazer uma agenda e programar o dia ajuda a dar motivação e compensar essa defasagem.

Alimente-se bem: Comer demais ou simplesmente não comer é clássico de quem sofre de depressão. Mas manter a alimentação saudável é um passo importante para a recuperação.

Fuja do álcool: Embora a sensação inicial causada pelo álcool seja de relaxamento e euforia, o sentimento dura pouco. Depois que esse efeito passar, a pessoa precisará consumir mais álcool, existindo o perigo do abuso e até do vício

Volte a ver beleza nas pequenas coisas: Volte a observar as coisas simples do dia a dia, ou seja, tente admirar uma flor, o gosto de uma comida, apreciar uma caminhada de 10 minutos, olhar o pôr-do-sol, entre outras distrações. A depressão tira a atenção das coisas belas e prazerosas da vida, então você tem que reaprender a focar no que não consegue ver por causa da doença.

Ocupe-se com atividades divertidas: A partir do momento que as pequenas belezas da vida estiverem mais evidentes, fica mais fácil recomeçar a encarar atividades que um dia já foram divertidas. Se isso não parece animador, então procure novas diversões. Busque novidades, aprenda coisas novas e prazerosas, viaje, fuja das notícias ruins e das pessoas negativas.

Reconquiste uma boa noite de sono: Pessoas com depressão, geralmente, dormem demais ou não conseguem pegar no sono. Isso ocorre devido a alterações nos níveis de serotonina e noradrenalina, hormônios que regulam o sono. O problema é que o sono é essencial para o cérebro regular novamente esses hormônios e amenizar os efeitos da depressão. Se o problema for falta de sono é indicado exercícios de respiração, que relaxam e facilitam o adormecer. Se dormir demais for o problema recomenda-se pedir a alguém próximo que o desperte quando achar que você está passando da conta.

fonte: minhavida

 

Marli de Carvalho Ferreira

Psicológa - Terapia Cognitivo Comportamental

Especialista em Depresão e Ansiedade

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DEPRESSÃO EXÓGENA

Um dos tipos mais comum de depressão.

 

Deve-se ressaltar que a depressão exógena se trata de um tipo de alteração do estado de espírito, que possui um caráter contextual ou situacional, ou seja, que normalmente aconteceu algo na vida do afetado, debilitando sua capacidade de responder a circunstâncias externas. Do ponto de vista da biografia, existem situações que causam uma dor especial, por exemplo, a morte de um ente querido, um desemprego de longa duração, uma solidão recorrente, as decepções pessoais, o término de um namoro ou casamento, etc.
Isto não significa que sofrer algo deste tipo seja sinônimo de depressão, mas, em certas ocasiões, este tipo de acontecimento pode realmente o gatilho para uma depressão. É importante enfatizar que sofrer de tristeza não significa que está deprimido. O paciente que sofre de depressão exógena fica triste, mas em um grau de sentimento insano, já que afeta sua capacidade de levar uma vida normal, isto é, de seguir com suas atividades de momento.


A depressão exógena é o tipo mais comum de depressão
Outro tipo que se conhece é a endógena, neste caso, tem uma origem de caráter mais genética. Neste caso, o tratamento exige um tratamento farmacológico. De qualquer forma, é sempre o psicólogo ou o psiquiatra que podem acompanhar o tratamento do paciente.

O tratamento de depressão exógena pode necessitar de um tratamento farmacológico nos casos mais graves, combinando sempre com a terapia que promove a comunicação do paciente ao expressar sua dor e colocar em palavras aquilo que sente.

Sintomas da depressão exógena
1. O paciente experimenta um enorme desejo de dormir, especialmente no início de um novo dia quando percebe a perspectiva de negatividade no ar.

2. O duelo por essa situação lhe causa um alto sofrimento, que não termina e se prolonga ao longo do tempo. Ou seja, a pessoa parece não superar esta dor, impedindo-a de desfrutar o que antes gostava e agora não mais.

3. A pessoa experimenta uma espécie de inquietação interior. É difícil para ela sentir paz e alegria mesmo em situações que se apresentam com boas perspectivas, onde parecia tudo estar ao seu favor.

4. Deste modo, a pessoa também pode experimentar uma redução no seu desempenho profissional, uma vez que a depressão afeta a concentração. Da mesma forma, o paciente pode sentir-se menos receptivo aos convites sociais e estar menos comunicativo.
 

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DEPRESSÃO ENDÓGENA

Ela não precisa de motivos para a tristeza!

A depressão endógena é um transtorno do estado de ânimo que se caracteriza por uma tristeza, desesperança e apatia acentuadas. No entanto, a causa da depressão endógena difere daquela da depressão reativa. Nesta, não existe uma situação externa desencadeadora, ela se deve a fatores internos ou psicobiológicos.

Ela é causada por uma alteração ou mudança estrutural na bioquímica cerebral; por outro lado, na depressão reativa existe uma relação evidente entre a situação desencadeante e o começo do transtorno, sendo o motivo desencadeante o núcleo central da depressão.

A falta de causas externas identificáveis pode dificultar a compreensão da doença por parte das pessoas próximas daquele que sofre e da própria pessoa doente. Um desequilíbrio na química do nosso cérebro é suficiente para nos mergulhar em uma profunda tristeza, que nem nós mesmos entendemos, mas da qual não podemos escapar sem ajuda.

A química da depressão

Na depressão endógena ocorre uma diminuição acentuada da serotonina, assim como na exógena, mas neste caso ela não é causada por fatores externos, e ocorre de maneira natural. Neste tipo de depressão há um elevado componente genético, embora este “apenas” aumente as probabilidades de sofrer de depressão, e não a determine. Existem várias hipóteses que relacionam vários neurotransmissores com a depressão.

A hipótese noradrenérgica postula que a depressão se deve a uma deficiência funcional da noradrenalina nas sinapses cerebrais. Uma das conclusões que reforçam essa teoria é que a privação do sono, concretamente da fase REM, tem efeitos antidepressivos e isto se deve a um aumento da sensibilidade dos receptores de noradrenalina.

A serotonina tem um papel muito importante de regulação do equilíbrio do nosso corpo, modulando a ativação excessiva. O déficit deste neurotransmissor, juntamente com o déficit funcional catecolaminérgico, pode provocar um estado depressivo. Além disso, há estudos que demonstram a reação entre a diminuição de serotonina e a tendência ao suicídio.

Sintomas típicos da depressão

Existem diferentes sintomas de depressão, e nem todo mundo sofre dos mesmos, mas a sintomatologia típica da depressão é:

Sintomas anímicos: a tristeza é o sintoma por excelência da depressão. Também pode incluir irritabilidade, sensação de vazio ou nervosismo. Há uma redução acentuada de emoções positivas.

Sintomas motivacionais e comportamentais: estado geral de inibição que se traduz em apatia, indiferença e anedonia.

Sintomas cognitivos: ocorre alteração na memória, na atenção e na capacidade de concentração. Além disso, o conteúdo da cognição é alterado pela aparição da autodepreciação, sentimento de culpa e perda de autoestima.

Sintomas físicos: são comuns problemas com o sono, como a insônia ou a hipersônia. Também podem aparecer a fadiga, a perda de apetite, uma diminuição de atividades e do desejo sexual.

Sintomas interpessoais: existe uma grave deterioração nas relações interpessoais, chegando inclusive ao isolamento.

Embora estes sintomas possam se apresentar em qualquer um dos tipos de depressão maior, existem algumas diferenças na forma como os sintomas são apresentados e, acima de tudo, na sua intensidade. A depressão maior, seja reativa ou endógena, é incapacitante e dificulta as relações sociais e o desempenho no trabalho, embora a endógena geralmente seja mais séria.

Sintomas próprios da depressão endógena

Apesar de ambos os tipos de depressão (reativa e endógena) compartilharem majoritariamente os mesmos sintomas, também existem diferenças. As depressões endógenas têm sintomas mais vegetativos, como por exemplo a taquicardia. Os sintomas são mais graves, com maior probabilidade de pensamentos suicidas. Além disso, na maioria dos casos é possível identificar uma variação sazonal dos sintomas e um despertar precoce.

A pessoa sente uma tristeza mais intensa, intrusiva, desproporcional e penetrante. Além disso, a tristeza é acompanhada de uma anedonia acentuada, ou, em outras palavras, uma incapacidade para sentir prazer. Há uma perda de reatividade, a pessoa não consegue reagir emocionalmente perante os sucessos positivos importantes.

A tristeza endógena não é modificável de forma voluntária, apesar dos esforços. Por não existir nenhuma causa justificável sobre qual a terapia possa focar, os fármacos são a primeira escolha de tratamento. A boa notícia em relação a este tipo de depressão é que ela responde muito bem aos antidepressivos. Combinar a terapia farmacológica com a intervenção psicológica pode ser a melhor ferramenta para abordar o problema, e é sem dúvida a que nós aconselhamos.

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DEPRESSÃO SORRIDENTE

Quando a depressão sorri…

 

Nós tendemos a pensar que a pessoa deprimida não pode levar uma vida normal, que fica apenas na cama e não consegue ir para o trabalho, que chora fácil e se arrasta ao caminhar, assumindo uma postura curvada que denota sua tristeza. No entanto, esta imagem é apenas um clichê, pois cada pessoa é um mundo e lida com a depressão de forma diferente. Na verdade, você sabia que aproximadamente 71% daqueles que sofrem de depressão tentam esconder isso?

Alguns estão deprimidos, mas conseguem ser funcionais e até mesmo animados em suas vidas diárias. São pessoas que carregam sua dor dentro de si e não a exteriorizam. Essa dor as consome lentamente, até que chega um momento em que elas desmoronam, porque não suportam mais o peso da máscara que construíram e usaram por meses ou até mesmo anos.

De fato, no campo da psicologia, existe o que é conhecido como “depressão sorridente”. Essa pessoa tem uma aparência de normalidade e até de felicidade, porque ela vive os sintomas da depressão dentro de si, e não os expressa, mas se esforça em escondê-la. Dessa forma, os outros podem achar que ela tem uma vida perfeita.

Por que a pessoa esconde sua depressão?

As causas são diversas, mas, em geral, o sorriso é equivalente a um mecanismo de defesa, uma máscara que serve para esconder um estado.

  • A pessoa tem vergonha de seu problema. Não podemos esquecer que a maioria dos problemas mentais ainda está coberta por um estigma social, então muitas pessoas não querem que os outros saibam que estão deprimidos. De fato, a depressão em particular é considerada por alguns como falta de força de vontade e falha de caráter, então é compreensível que se você tiver esse preconceito, tente esconder sua depressão, considerando-a como um “defeito”.
  • Não quer reconhecer a depressão. Em alguns casos, a pessoa não quer reconhecer sua condição e esconde-se atrás de uma aparência de normalidade, talvez esperando que a depressão desapareça por conta própria. Nesses casos, ocorre uma negação e o sorriso é um mecanismo de autoafirmação, pelo qual ela diz a si mesma que não é para tanto, que, na realidade, ela se sente bem.
  • Não quer preocupar os demais. Algumas pessoas tendem a manter problemas para si mesmas, são introvertidas por natureza e não querem preocupar seus entes queridos com suas dificuldades. Nesses casos, elas fingem estar bem para não se tornar um fardo ou uma preocupação para os outros.
  • Preocupam-se muito com sua imagem. Há pessoas que pensam que os outros a valorizam e estimam apenas por causa da imagem que transmitem. Por isso, tentam fingir que está tudo bem, esconder a depressão e seu verdadeiro “eu”, tornando-se personagens que encenam todos os dias no palco de um teatro.

Quem é mais propenso a sofrer de depressão sorridente?

  • Pessoas introvertidas, que tendem a guardar seus problemas ou têm dificuldade em falar sobre suas emoções.
  • Pessoas perfeccionistas, que exigem muito de si e acreditam que não podem falhar em nenhuma área da vida.
  • Pessoas hiper-responsáveis, que acreditam que carregam o mundo em seus ombros e pensam que, se entrarem em colapso, uma catástrofe de proporções épicas ocorreria.

Os perigos da depressão sorridente

A pessoa deprimida que escolhe sorrir sofre, mas tenta viver como se não sofresse. No entanto, emoções e sentimentos nunca devem ser ignorados ou escondidos, porque isso não os fará desaparecerem. Assim, aquela pessoa que talvez finge escapar da depressão, na realidade está alimentando-a. A longo prazo, essa atitude terá seu preço. De fato, há muitos casos de tentativas de suicídio que pegam os amigos e até mesmo membros da família completamente desprevenidos.

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DEPRESSÃO ESPIRITUAL

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Ejaculação Precoce

                                         

                                           

 

Tenório Gomes Ferreira

CRTBR 01/7245

Terapia Familiar Sistêmica e Sexualidade

Especialista Ejaculação Precoce e Disfunção Erétil

Especialista em CNV

Comunicação Não Violenta

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CONTATO:

 

Primária: Quando desde o início da vida sexual o homem convive com impossibilidade de prolongar o coito

 

Secundária: Quando surge na vida do indivíduo que controlava bem

 

Situacional: No caso de só ocorrer em determinada situação, por exemplo, com uma parceira específica

 

Variável: Ocasionalmente experimenta uma ejaculação precoce. Não é um problema, mas uma variação do tempo de ejaculação do homem

 

Ejaculação precoce subjetiva: Onde existe um tempo de controle acima do limite de dois minutos, mas o paciente tem muita insatisfação com a duração do coito.

 

Sintomas de Ejaculação precoce

O primeiro sintoma de ejaculação precoce é quando a ejaculação acontece antes do esperado. No entanto, esse problema pode acontecer em qualquer situação sexual, inclusive durante a masturbação.

 

Geralmente pode se classificar a ejaculação precoce em duas categorias: primária e secundária. A ejaculação precoce primária é caracterizada por problemas identificados durante toda a vida do paciente. Veja:

 

  • Dificuldade de segurar uma ereção com menos de um minuto de penetração
  • Inabilidade de retardar a ereção durante o ato sexual
  • Estresse, frustração e o ato de evitar intimidade sexual com o parceiro.

Já na ejaculação precoce secundária, o homem manifesta exatamente os mesmos sintomas da ejaculação primária, com a diferença de que os sintomas nem sempre fizeram parte de sua vida sexual.

Homens que apresentam esse tipo de ejaculação precoce mantinham relações sexuais satisfatórias no passado e manifestaram o problema por algum motivo.

 

Tratamento e Cuidados de Ejaculação precoce

 

Ejaculação precoce: como resolver

Entre os tratamentos disponíveis, existem a terapia sexual, o uso de alguns medicamentos e psicoterapia. Para alguns casos, a combinação desses tratamentos pode funcionar melhor.

Terapia sexual para ejaculação precoce

 

Neste caso, algumas medidas simples bastam, como masturbar-se uma ou duas horas antes da relação sexual para retardar a ereção durante o ato. (Note bem: Isso é apenas uma técnica de retardar a ejaculação, não uma prática da masturbação).

 

Evitar a penetração por um tempo e a descoberta de novas fontes de prazer sexual também pode ser uma saída para tirar a pressão da penetração.

 

Dica: Alguns homens não tem o hábito de utilizar das preliminares, para que a parceira sexual seja estimulada e esteja pronta para o ato sexual. Não podemos descartar as oportunidades, vale lembrar da rapidinha. Mas para evitar a ejaculação precoce, será importante no período de Terapia e tratamento evitar essa prática.

 

Técnica do aperto

A técnica do aperto consiste em estimular sexualmente o homem até que ele reconheça que está quase ejaculando. Nesse momento, aperta-se suavemente a parte final do pênis (onde a glande se encontra com o eixo) por vários segundos.

Pare a estimulação sexual por cerca de 30 segundos e comece novamente. A pessoa ou o casal pode repetir esse padrão até que o homem queira ejacular. Na última vez, continue a estimulação até que o homem atinja finalmente o orgasmo.

Dica: Geralmente essa técnica será mais satisfatória se o homem for estimulado pela sua parceira sexual, pois os sensores cerebrais receberão e agirão melhor a esse tipo de estimulo.

 

Método “parar e começar”

O método “parar e começar” é praticamente idêntico à técnica do aperto. Esse método consiste em estimular sexualmente o homem até que ele sinta que está quase atingindo o orgasmo. Pare a estimulação por cerca de 30 segundos e comece novamente. Repita esse padrão até que o homem queira ejacular. Na última vez, continue a estimulação até que o homem atinja o orgasmo.

 

Medicamentos se necessário.

Antidepressivos podem ser úteis porque um de seus efeitos colaterais é prolongar o tempo necessário para chegar à ejaculação. No entanto, esses medicamentos devem ser receitados por especialistas, como urologistas ou psiquiatras.

Você também pode aplicar uma pomada anestésica local no pênis para reduzir o estímulo. (uma bastante utilizada é a xylocaína 5% - Lidocaina 50mg/g. O uso de uma camisinha "preservativo" sem efeito retardante poderá ser usado, evitando que o anestésico toque a mucosa vaginal da parceira sexual.

 

 A diminuição da sensibilidade no pênis pode retardar a ejaculação. Usar preservativos também com efeito retardante é uma boa opção para evitar a ejaculação precoce. Para alguns homens essa opção é muito bem aceita.

Se as técnicas de distração causarem dificuldades para manter a ereção, os medicamentos usados para a disfunção erétil podem ajudar.

 

O trabalho do Terapeuta

 

Caso o terapeuta através de alguns testes perceba que haverá necessidade de um profissional da medicina. Será encaminhado para um médico Urologista ou Psiquiatra para que o mesmo possa receitar medicação que auxilie no tratamento da ejaculação precoce.

 

As sessões de terapia contribuirá para que o paciente possa reduzir a ansiedade e a encontrar métodos eficientes de evitar o estresse e contornar problemas.

Se esses fatores forem solucionados, a atividade sexual do indivíduo pode melhorar significativamente.

 

A ansiedade é um dos fatores predominantes quando estamos lidando com Ejaculação Precoce, qualquer tipo de atividade que consiga gerar relaxamento é válida. Muitos profissionais recomendam, junto com a terapia básica, ioga, acupuntura, pilates, aulas de música, pintura e outras atividades que afastem o indivíduo da rotina e do estresse cotidianos. Todavia a ressalva é a mesma mencionada anteriormente: não como terapia única!

Por isso, a base do tratamento da ejaculação precoce está no apoio psicológico e terapeutico, medicação que age no cérebro onde ficam os núcleos de controle da ejaculação e medidas para reduzir a origem dos estímulos excitatórios no pênis

 

Medicamentos para Ejaculação precoce

Ejaculação precoce tem remédio?

Os medicamentos mais usados para o tratamento de ejaculação precoce são:

  • Anafranil
  • Clomipramina

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.

 

Caso o seu Terapeuta já te encaminhou para um médico, siga a sua prescrição e não interrompa o uso do medicamento sem consultá-lo.

 

Remédios caseiros para ejaculação precoce

A ereção ocorre, basicamente, devido o direcionamento do sangue para o pênis, o que preenche seus corpos cavernosos e dá suporte para o órgão ficar ereto. Por isso, acredita-se que alimentos que estimulem a circulação possam ajudar em casos de ejaculação precoce.

 

No entanto, como o problema é multifatorial, não são garantidos.

Alho: O alho tem diversas propriedades interessantes para a saúde, inclusive a sexual. "Ele tem ação anti-inflamatória, antibacteriana, anticoagulante e se atribui a ele também propriedades afrodisíacas. Sua ação anticoagulante melhora a circulação sanguínea o que pode se refletir na ereção", considera a nutróloga Andreia Guarnieri

 

Bebida de açafrão, gengibre e leite: O leite serve mais como base para essa mistura, mas as duas especiarias têm funções que justificam serem apontadas como remédios caseiros para ejaculação precoce. O açafrão tem grande prestígio como estimulante sexual nos países do Oriente, pois tem efeito vasodilatador, além de supostamente promover aumento da sensibilidade da região genital. Já o gengibre também favorece a circulação do corpo, ajudando também a melhorar a qualidade das ereções

 

Banhos de assento com alecrim: O relaxamento é fundamental para quem sofre de ejaculação precoce, por isso a nutróloga Andreia acredita que os banhos de assento com alecrim podem ser um bom tratamento caseiro. O alecrim é conhecido como revigorante e banhos de assento com alecrim fresco ajudam a 'sedar' os órgãos genitais e promovem relaxamento físico e mental.

 

Convivendo/ Prognóstico

Duas técnicas são normalmente utilizadas para tratar a ejaculação precoce. Elas também ajudam a reduzir a ansiedade, que muitas vezes agrava o problema. Cada técnica treina o homem a experimentar altos níveis de excitação, sem ejacular. Ambos envolvem a estimulação do pênis até que o homem sente que irá ejacular em breve.

Na técnica parar-e-começar, a estimulação é interrompida. Com a técnica de aperto, o homem ou sua parceira aperta por 10 a 20 segundos a parte do pênis onde a cabeça (glande) se encontra com o eixo, evitando a ejaculação e diminuindo a força da ereção. Em ambas as técnicas, a estimulação pode retomar após cerca de 30 segundos. Com a prática, mais de 95% dos homens aprendem a retardar a ejaculação entre 5 e 10 minutos ou mais.

 

Observação: Na consulta com o Terapeuta você receberá todo material para fortalecimento do musculo PC, e outras técnicas para o tratamento da ejaculação precoce.

 

Ejaculação precoce tem cura?

Como se livrar da ejaculação precoce

Tente essas técnicas durante as relações sexuais. Seguir à risca as orientações do seu Terapeuta e praticar os métodos aprendidos são a melhor saída para problemas de ejaculação precoce.

A ejaculação precoce crônica pode ser um sinal de ansiedade ou depressão. Nesse caso a visita em um psiquiatra será solicitado pelo seu Terapeuta.

 

Sintomas

Buscando ajuda para ejaculação precoce

Converse com seu Terapeuta se você ejacular mais cedo do que você deseja durante a maioria dos encontros sexuais. É comum os homens se sentirem envergonhados em discutir questões de saúde sexual, mas não deixe que isso o impeça de conversar com seu terapeuta. A ejaculação precoce é um problema comum e tratável.

Se a ejaculação acontecer antes do esperado uma ou outra vez, não há motivo para preocupação. Mas se este for um problema recorrente, talvez seja a hora de procurar por ajuda. Não tenha vergonha de admitir o problema. O quanto antes der início ao tratamento, mais rápido você se livrará dele.

 

Saiba mais: 

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram,
  • Doenças, Uso de medicamentos,
  • Suplementos que você tome com regularidade.

O Terapeuta provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Com que frequência você tem ejaculação precoce?
  • Quando você experimentou a ejaculação precoce pela primeira vez?
  • Você experimenta a ejaculação precoce quando se masturba?
  • Você tem ejaculação precoce toda vez que faz sexo?
  • Com que frequência você faz sexo?
  • Quanto você está incomodado com a ejaculação precoce?
  • Quanto seu parceiro(a) está incomodado com a ejaculação precoce?
  • Quão satisfeito você está com seu relacionamento atual?
  • Você também está tendo problemas em obter e manter uma ereção (disfunção erétil)?
  • Você toma medicamentos prescritos?
  • Você usa drogas recreativas?

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para ejaculação precoce, algumas perguntas básicas incluem:

  • O que pode estar causando minha ejaculação precoce?
  • Quais testes você recomenda?
  • Qual abordagem de tratamento você recomenda?
  • Quanto tempo depois de iniciar o tratamento posso esperar a melhora?
  • Estou em risco de ter esse problema recorrente?
  • Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Ejaculação precoce

A conversa com o terapeuta basta para ele obter informações importantes para te ajudar a resolver seu problema de ejaculação precoce, e se for necessário fazer o encaminhamento para um médico especialista, afim de que ele possa realizar o diagnóstico, juntamente com um exame físico completo e uma conversa um pouco mais aprofundada sobre seu histórico de saúde.

 

Se você apresentar ejaculação precoce e, ao mesmo tempo, problemas em manter uma ereção, o médico poderá solicitar alguns exames de sangue para checar os níveis de testosterona na corrente sanguínea.

 

 

Tenório Ferreira

Terapia Familiar Sistêmica

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O que é disfunção erétil?

 

A disfunção erétil (impotência sexual) é a dificuldade permanente do homem em obter ou manter uma ereção, podendo sinalizar doenças crônicas.

Muitos homens se assustam quando não conseguem manter uma ereção e, apesar de isso ser normal de vez em quando, esse acontecimento pode ser um sinal de que há algo de errado no corpo ou na mente do paciente. Se ocorre freqüentemente (uma vez a cada 4 relações sexuais), o ideal é buscar ajuda terapêutica ou um médico especialista.

Estima-se que a impotência sexual afeta 12% dos homens abaixo de 60 anos de idade, desmistificando a idéia de que se trata de um problema da idade. No entanto, é um fato que ele é mais freqüente nos homens acima de 40 anos: entre os maiores de 70 anos, o problema ocorre em 30% dos homens.

 

As causas da disfunção erétil são bastante variadas, podendo ser de origem física (como doenças vasculares), psíquica (como ansiedade e depressão), ou até mesmo relacionadas ao estilo de vida (como o tabagismo).

Atualmente, existem vários tratamentos para a disfunção erétil, e ainda há outros sendo estudados. Por isso, não tenha vergonha de visitar um terapeuta para uma avaliação inicial descartando através de testes psicológicos as causas mentais que poderão estar influenciando para a disfunção erétil. Após essa avaliação o terapeuta identificando que existe também causas físicas, o terapeuta encaminhará o pacienta para um médico urologista de sua confiança. Caso você sofra do problema: com o tratamento terapêutico e médico, você só tem a ganhar!

 

Como ocorre a ereção?

Às vezes ela surge do nada, noutras ela precisa de estímulos eróticos bem definidos para acontecer. De qualquer forma, a ereção depende de um mecanismo bastante específico para funcionar.

O pênis é composto por três tubos longos: dois corpos cavernosos que ficam lado a lado e um corpo esponjoso que abriga a uretra, localizado na parte de baixo do órgão.

Os corpos cavernosos são os responsáveis pelo aumento do volume e rigidez durante a ereção. Quando o órgão está relaxado, eles se assemelham mais a uma esponja seca e maleável. Já quando há ereção, o cérebro envia sinais para que as artérias da região sejam dilatadas, liberando mais sangue dentro desses tubos. Então, os corpos cavernosos são encharcados de sangue e aumentam de volume e rigidez, como uma esponja em contato com a água.

Esse aumento do volume nos tubos faz com que os corpos cavernosos “apertem” as veias que drenam o sangue do pênis, garantindo que o sangue fique lá, deixando o órgão rígido e volumoso para manter-se ereto por mais tempo.

Qualquer dificuldade nesse processo, desde os sinais nervosos até as dilatação das artérias, pode causar uma disfunção no mecanismo erétil.

 

Causas

A disfunção erétil está ligada a uma grande quantidade de causas, poucas delas verdadeiramente relacionadas diretamente ao pênis. Algumas são mais comuns em certas idades, enquanto outras podem acontecer a qualquer momento. Entenda:

 

Psicológicas

 

ansiedade é uma reação fisiológica normal nos momentos em que é preciso desempenhar algo. No entanto, ela pode ocorrer em momentos inoportunos e isso configura um transtorno psicológico.

No que tange a ereção, a ansiedade prejudica essa função por conta da liberação de adrenalina na corrente sanguínea. Esse hormônio faz com que os vasos sanguíneos fiquem mais estreitos e, por isso, o sangue tem dificuldades para chegar até o pênis.

 

Depressão

Outro transtorno psicológico relacionado à ereção é a depressão, caracterizada por intensa tristeza e perda de interesse em atividades prazerosas. Sabe-se que, em muitos casos, a depressão diminui a libido e, conseqüentemente, a ereção fica dificultada.

 

Estresse

Situações estressantes liberam diversos hormônios na corrente sanguínea que atrapalham a circulação até o pênis.

 

Orgânicas

Problemas vasculares

Como a ereção depende do fluxo de sangue para o pênis, qualquer condição que atrapalhe esse processo pode ser a causa da disfunção erétil. Alguns desses problemas são o endurecimento das artérias (arteriosclerose) que costuma acontecer com a idade, derrame cerebral, hipertensão, problemas cardíacos e colesterol elevado.

Problemas neurológicos

Lesões na medula espinhal, esclerose múltipla e a degeneração dos nervos são todas condições que podem estar ligadas à impotência sexual. Isso porque, não raramente, essas condições cortam o caminho dos nervos, impedindo a chegada de sinais nervosos até o pênis, ou até mesmo danificam os próprios nervos penianos.

 

Problemas hormonais

Os desequilíbrios hormonais, em especial a falta de "testosterona", influenciam muito na possibilidade de ter uma ereção de qualidade.

 

Priapismo

O priapismo é uma condição na qual surge uma ereção não causada por desejo sexual, com duração atipicamente longa: 4 horas ou mais. Geralmente, isso acontece por conta de uma entrada anormal ou impedimento da saída do fluxo sanguíneo no pênis, gerando uma ereção prolongada.

O problema é que essa condição danifica os tecidos do pênis, o que pode, posteriormente, resultar em disfunção erétil.

 

Diabetes

Não raramente, a diabetes causa danos nos nervos ou nos vasos sanguíneos que levam o fluxo de sangue até o pênis, impedindo a ereção.

 

Medicamentos

Existem diversos medicamentos que têm como efeito colateral a impotência sexual. Anti-hipertensivos, antidepressivos e diuréticos são apenas alguns exemplos.

 

Cirurgias e radioterapia

Alguns procedimentos cirúrgicos podem ser a causa da disfunção, especialmente aquelas realizadas no abdômen, como cirurgias do intestino grosso, do reto, entre outros. O tratamento radioterápico na área pélvica também pode ser culpado. Cirurgias na próstata, em especial, são as que têm mais chances de desencadear o distúrbio.

Isso acontece porque esses procedimentos podem danificar nervos e vasos sanguíneos relacionados ao processo de ereção.

 

Doença de Peyronie

Mais comum após a meia-idade, a doença de Peyronie é caracterizada pela formação de uma placa de tecido duro ao longo dos tubos interiores do pênis (corpos cavernosos). Essa placa impede a flexibilização do órgão e dificulta a ereção, assim como causa o “encurvamento” do mesmo.

 

Traumas penianos

É muito raro que o pênis seja alvo de um trauma, mas isso acontece. Quando ereto, os corpos cavernosos se tornam tão duros que podem ser quebrados, da mesma maneira que um osso. Por isso, não estranhe se ouvir alguém dizendo que “quebrou o pênis”: isso é, de certa forma, possível.

No entanto, esse tipo de trauma ocorre apenas quando o pênis está ereto. Quando mole, os corpos cavernosos são maleáveis e suportam vários tipos de impactos. Por isso, a situação mais comum em que esses traumas ocorrem é justamente a relação sexual.

 

Estilo de vida

Consumo de álcool

O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso central que, quando consumida em excesso, provoca o relaxamento dos músculos. Esse relaxamento ocorre no nível do pênis também, que se encontra incapaz de manter uma ereção pelos músculos não conseguirem se manter tensionados.

 

Tabagismo

O tabagismo é um dos grandes fatores de risco para o surgimento da impotência sexual, sendo uma das maiores causas do problema na população mais jovem. Isso porque o tabaco traz alterações no sistema vascular, podendo impedir a chegada do sangue até o pênis.

 

Fatores de risco

De uma maneira geral, os fatores de risco ligados à disfunção erétil são os mesmos de doenças cardiovasculares. Isso até faz sentido, se formos pensar que a ereção é o fluxo intenso de sangue no pênis. Por isso, alguns fatores são:

Idade

Embora não haja qualquer indício de que a impotência sexual esteja relacionada ao envelhecimento, os problemas cardiovasculares são mais comuns a partir dos 40 anos de idade.

 

Obesidade

Fator de risco bastante significativo para doenças cardiovasculares, a obesidade também pode dificultar a ereção.

Diabetes

Estima-se que metade dos homens portadores da diabetes possuem, também, algum grau de disfunção erétil.

 

Hipertensão

A hipertensão (níveis elevados de pressão arterial) está ligada a casos de disfunção erétil grave.

 

Colesterol elevado

A possibilidade do colesterol “entupir” as artérias (aterosclerose) pode ser um fator de risco para a impotência sexual.

 

Transtornos mentais

A presença de qualquer transtorno mental pode aumentar muito os níveis de estresse do homem, que pode acabar sofrendo com disfunção erétil.

 

DISFUNÇÃO ERÉTIL PSICOLÓGICA

Pouca gente sabe, mas uma das causas mais comuns da disfunção erétil é psicológica, e às vezes nem está relacionada a transtornos mentais em si!

Os homens crescem tendo sua sexualidade exaltada, como se o bom desempenho sexual fosse sinônimo de valor. Não é raro vermos homens que se acham “fracassados” por não encontrarem uma parceira ou por ainda serem virgens.

Deste modo, a pressão psicológica relacionada à sexualidade masculina é muito grande e, muitas vezes, isso acaba atrapalhando o desempenho sexual, gerando crises de ansiedade e medo.

Além disso, homens que têm dificuldades em encontrar parceiras podem sofrer com baixa auto-estima e depressão devido à importância que a sociedade dá a esse aspecto.

 

Hoje em dia, não é raro ouvirmos falar em doenças psicossomáticas, ou seja, doenças que começam na mente mas que se manifestam no corpo. Muitas vezes, a disfunção erétil não é nada mais nada menos que uma doença desse tipo.

Alguns terapeutas/psicólogos acreditam que a disfunção erétil pode estar relacionada a traumas da infância relacionados à rejeição e desaprovação dos pais, especialmente na fase em que o menino começa a se masturbar. Muitos pais não entendem que a masturbação infantil é um processo natural de descoberta do corpo e acabam desaprovando o comportamento do menino.

Essa rejeição gera sentimentos de culpa que impedem que o menino adquira prazer através da manipulação dos genitais, fazendo com que a energia psíquica não descarregada no prazer fisiológico seja descarregada na doença.

Sendo assim, podemos ver como o "psicológico" influencia muito na capacidade de adquirir e manter uma ereção de qualidade. Por isso, não se assuste caso o médico indique um tratamento baseado apenas com psicoterapia e medicamentos psicotrópicos.

 

Disfunção erétil em jovens

Existe um certo estigma que trata a impotência sexual como uma coisa da idade, mas isso não é verdade. Por ser, muitas vezes, causada por doenças crônicas que aparecem antes ou a partir dos 40 anos, muitas pessoas acreditam que é a idade que causa o problema. No entanto, pessoas jovens com as mesmas condições também podem apresentar o distúrbio.

Vale lembrar que as causas da disfunção erétil nos homens mais novos está mais relacionada ao estilo de vida — uso de drogas, consumo de álcool e tabaco — e problemas psicológicos que o jovem pode ter. Se um homem com menos de 40 anos apresenta impotência, dificilmente o problema estará relacionado a doenças cardíacas, hipertensão e diabetes.

No entanto, isso não quer dizer que o surgimento do problema no homem mais jovem não precisa ser investigado: ele pode sim ser um sinal de que há algo de errado no corpo. Caso o problema seja de origem psicológica, o tratamento de condições mentais pode ajudar bastante na qualidade de vida geral do paciente.

 

Sintomas

Se você pensa que a disfunção erétil significa simplesmente que o pênis não fica duro, você está enganado! Existem diversas maneiras que a impotência pode se manifestar. Entenda:

Incapacidade em obter e manter a ereção

O sintoma mais clássico da disfunção erétil é a incapacidade de obter a ereção: não importa quantos estímulos estão presentes, o pênis simplesmente não fica ereto!

Outras vezes, ele até consegue ficar ereto, mas por pouco tempo. Passam-se poucos minutos e ele já começa a voltar para o estado flácido.

 

Demora para conseguir uma ereção

Em certos casos, o homem até consegue ter uma ereção duradoura, mas ela demora para acontecer. Esse tempo pode aumentar até mesmo dependendo da posição.

Ereção pequena ou rigidez insuficiente

Muitas vezes, o mecanismo de ereção até funciona, mas não consegue juntar sangue o suficiente para que o pênis aumente consideravelmente seu volume e fique verdadeiramente rígido. Nesses casos, ele parece ficar estagnado no meio do processo de ficar ereto.

 

Ejaculação precoce

Embora possa ser um distúrbio completamente diferente, às vezes a ejaculação precoce se faz presente na impotência sexual. Ela pode ocorrer pouco tempo após o pênis conseguir uma ereção ou até mesmo durante uma ereção parcial.

Ausência de ereções espontâneas

Você certamente já ouviu falar que, às vezes, o pênis fica ereto do nada, não é mesmo? Pela manhã ou durante o sono, esse é um fenômeno comum que significa simplesmente que o corpo está trabalhando bem durante o sono e que a saúde sexual do homem está perfeitamente bem.

É normal que o homem passe 20% do tempo do sono com o pênis ereto. No entanto, homens com disfunção erétil podem ter menos tempo de ereção durante o sono ou simplesmente não apresentá-la.

Dificuldade em manter a ereção com diferentes parceiros(as)

Homens que possuem mais de um(a) parceiro(a) sexual podem ter dificuldades em manter a ereção com alguns e, com outros, não. Isso pode acabar limitando sua vida sexual, além do fato de que o problema tende a reaparecer e comprometer, também, esses relacionamentos nos quais consegue ter ereção normalmente.

 

Outros sintomas relacionados

Alguns outros sintomas que não fazem parte da impotência sexual mas que podem estar relacionados ao problema são:

  • Curvatura acentuada do pênis;
  • Redução dos pelos corporais;
  • Atrofia ou ausência dos testículos;
  • Crises de ansiedade.

Diagnóstico:

No geral, o diagnóstico da disfunção erétil pode ser feito pelo próprio paciente, ao perceber que o fenômeno acontece durante várias relações sexuais. No entanto, esse auto-diagnóstico não possibilita que o paciente saiba a causa do problema e, nessas situações, deve procurar ajuda seja terapêutica ou médica.

Devido hoje as condições psicológicas estarem bastante afetada por situações, para além do controle emocional, que incluem estresse, dificuldade nos relacionamentos, problemas financeiros e etc. A visita inicial em um terapeuta é de grande importância para uma avaliação das causas psicológicas, com isso o terapeuta/psicólogo, poderá contribuir bastante para um especialista médico, onde será feito exames descartando todas as possibilidades físicas que estão contribuindo para a disfunção erétil.

 

Tratamento

O tratamento depende muito das causas subjacentes da doença. No entanto, existem alguns métodos específicos para o problema. São eles:

Mudanças no estilo de vida

Homens que fumam, bebem e usam drogas devem parar com esses hábitos para conseguir restaurar o fluxo sanguíneo no pênis. Além disso, um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine defende que a prática de exercícios físicos melhora a disfunção erétil. No entanto, estes só devem ser realizados com liberação médica.

 

Psicoterapia e psiquiatria

Se o problema é psicogênico, o tratamento com um terapeuta/psicólogo é uma das melhores alternativas. O psicoterapeuta é o especialista em saúde mental capaz de identificar e tratar os distúrbios e transtornos mentais que podem levar a uma impotência sexual.

O paciente pode, também ser encaminhado para consultar-se com um psiquiatra, que trata os transtornos da mente com medicamentos. Vale lembrar que, nesses casos, o tratamento terá uma melhor resposta, quando se trabalha em parceria. Portanto não fique ansioso, aguarde seu terapeuta encaminhar você para um profissional da medicina.

 

Referências

http://www.healthline.com/health/erectile-dysfunction
http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/erectile-dysfunction/home/ovc-20314087
http://www.webmd.com/erectile-dysfunction/guide/vacuum-constriction-devices#1
NAVARRO, F. Somatopsicopatologia. São Paulo: Summus Editorial, 1996.

 

Tenório Ferreira

Terapia Familiar Sistêmica e Sexualidade

Especialista Disfunção Erétil e Ejaculação Precoce.

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CNV - Comunicação Não Violenta

A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um processo de pesquisa contínua desenvolvido por Marshall Bertram Rosenberg e uma equipe internacional de colegas, que apoia o estabelecimento de relações de parceria e cooperação, em que predomina comunicação eficaz e com empatia. Enfatiza a importância de determinar ações à base de valores comuns. Quando usada como guia na coconstrução de acordos, a CNV pode tomar a forma de uma série de distinções, entre as quais:

  • Distinção entre observações e juízos de valor

  • Distinção entre sentimentos e opiniões

  • Distinção entre necessidades (ou valores universais) e estratégias

  • Distinção entre pedidos e exigências/ameaças

Uma comunicação à base destas distinções tende a evitar dinâmicas classificatórias, dominatórias e desresponsabilizantes, que rotulem ou enquadrem os interlocutores ou terceiros.

A CNV enxerga uma continuidade entre as esferas pessoal, interpessoal e social, e proporciona formas práticas de intervir nelas.

CNV - Comunicação Não Violenta pode ser aplicada no seu relacionamento. Veja algumas dicas:

 

1. Você deve assumir suas próprias responsabilidades 


Um combate clássico entre casais, "busca pelo culpado". Um coloca a culpa no outro ao invés de dizer com clareza quais são as suas necessidades. A CNV propõe não é dizer de quem é a culpa, mas assumir a responsabilidade pelos próprios sentimentos, necessidades e ações. As concessões seguidas de cobrança são prejudiciais para o casal. Quando você faz algo que odeia para agradar o outro e depois no meio de uma briga, você diz: "Preste atenção" você esta me devendo. Esta é uma relação onde um ganha e o outro perde.”O pendulo não pode pender mais para um lado do que para outro". Um relacionamento não deve ser uma "queda de braços" ou um jogo para encontrar um culpado. 

 

2. Esqueça a famosa "Desculpa" e converse. Dialogo é a palavra.


Quem pensa que a CNV - Comunicação Não Violenta é uma fuga das discussões. Esta enganado! Pelo contrário. Ao expressar aquilo que você sente e do que realmente precisa, os conflitos poderão até no inicio da aplicação da CNV aumentarem. Mais com a  freqüência de dialogo utilizando a CNV pelo casal as divergências passam a diminuir. É importante entender que o debate é positivo para o casal, quando se sabe aplicar e aproveitá-lo. Bem diferente das discussões infrutíferas onde o "diálogo é infrutifero" e ninguém está disposto a ouvir. A maioria das brigas ocorrem porque geralmente não conseguimos compreender o outro e nos expressamos por meio de julgamentos e culpa. Aplicando a conversa de maneira correta, ouvindo a outra pessoa e dizendo quais são as suas necessidades, ao em vez de culpar ou criticar o outro, muita coisa vai mudando. Isso traz mais alegria e vida para os casais.

 

3. Escute mais um ao outro


Quando o casal perceber que estão entrando ou no meio de uma briga, saberão a hora certa de respirar. Com isso o casal dará dois passos para trás. Portanto recomeçam a conversa, mas, passam a buscarem o entendimento e a escutar o parceiro de maneira mais profunda. A maioria das brigas acontece porque um diz algo e o outro tem uma interpretação errada do que foi dito. Um pensa que entendeu, mas na verdade nem está ouvindo. Portanto é muito importante confirmar com o outro se o que estou entendendo é realmente o que o outro quis dizer. Esse tipo de comportamento, transforma e evita muitos conflitos e desentendimentos nos relacionamentos.

 

4. Diga o que você esta sentindo


Geralmente as mulheres têm mais dificuldade em falar e aceitar as suas próprias necessidades que os homens. Em nossa cultura, as mulheres dão prioridade ao marido e os filhos, deixando as necessidades próprias de lado.  Mesmo conhecendo os princípios da CNV é importante lembrar que haverá necessidade de um certo esforço para se colocar em igualdade com o parceiro(a). Você irá perceber que alguns comportamentos segue um padrão, "avós, pai e mãe", poderão acompanhar nossa vida através do sistema familiar. A CNV sendo aplicado através de seus ensinamentos, poderá ser uma grande proposta de melhora para os relacionamentos.

 

5. Rótulos devem buscar sua liberdade


Certo e Errado? Bom e Ruim? Nas culturas em que algumas pessoas se acham superiores que as outras, a categorização justifica a dominação – tanto em relacionamentos familiares até mesmo entre povos – defende Marshall Rosenberg, criador da "CNV - Comunicação Não Violenta". O que um casal deve esperar do outro é que os dois sejam bom um com o outro. Bom esposo, boa esposa! Sem a busca desse comportamento através da CNV, os casais limitam muitos sucessos que poderão ser conquistados e obtidos.  Aplicando os ensinamentos da Comunicação Não Violenta CNV, o casal passa a entender melhor as suas necessidades e do outro. Deve-se abrir espaços para co-criação de pensamentos, passando a entender as necessidades dos dois. Praticar a CNV é algo bem desafiador, mas para que comece acontecer algo novo dentro do relacionamento, deverá a CNV ser iniciada por um dos parceiros. 

 

Tenório Ferreira

Terapia Familiar Sistêmica

Terapia com Casais e Sexualidade

 

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                Tenório Ferreira

Terapia Familiar Sistêmica e Sexualidade Especialista em C N V Comunicação Não Violenta

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"Eu posso! Preciso só querer".